O amor segundo Lindanor Celina e Serge Casha (II)

Em 2017, o Pará prestou à Lindanor um grande tributo, celebrando, de todas as formas, seu centenário. Onde quer que estivesse – e com certeza está no céu – ela deve ter experimentado um sentimento ambíguo. Primeiro, a felicidade por ter seu nome lembrado, reverenciado, aplaudido e o talento de grande escritora, reconhecido. Houve eventos para marcar a data em muitos lugares, inclusive na França.

Diário de um desespero – ou quase - XXV

João Carlos Pereira

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O amor segundo Lindanor Celina e Serge Casha (I)

Quando os olhos dos dois se cruzaram, todos os sinos de Paris tocaram ao mesmo tempo. Uma noite de 14 de julho e seu espetáculo pirotécnico brilharam em pleno dia. O cupido, que já rondava o ambiente, avisado de que teria trabalho, naquele lugar, disparou duas flechas embebidas em paixão no coração de cada um e, partir de então, o mundo nunca mais foi o mesmo. Pelo menos o mundo de Lindanor Celina e de Serge Casha.

Diário de um desespero – ou quase - XXIV

João Carlos Pereira

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As lições (não aprendidas) do BBB e o tempo presente

Minha casa, dizem as filhas, está o próprio BBB. Todo dia, para espantar o tédio, elas perguntam quem vai para o paredão. A resposta vem em coro: ele! Como entre nós só há um ele, e esse ele se chama João Carlos Pereira, não resta dúvida. Ainda que o nosso paredão seja simbólico e nada tenha a ver com os históricos “perdóns”, diante do qual os inimigos da pátria são legalmente fuzilados, não é confortável ser mandado para lá.

Diário de um desespero – ou quase - V

João Carlos Pereira

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Uma “palavrinha” de 3360 toques, antes da crônica

Quando a pandemia acabar e o desespero não mais existir, o “Diário” desse tempo também perderá o sentido. Mas o prazo final, apenas Deus Nosso Senhor conhece. Em seguida, deverá surgir o “Diário da Liberdade – ou quase”. O passo imediato será reunir todo material e mais outros que também falam de autoconhecimento e do anseio pelo fim das minhas amarras internas em um livro, cujo título já está mais ou menos definido, mas ainda não decidido.

Diário de um desespero – ou quase - XVI

João Carlos Pereira

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Linda descoberta, ainda que tardia

61 anos passaram e nem sequer percebi, mas tive de viver todo esse tempo para me apegar a uma francesa chamada Henriette Ragon, que nasceu em 1918 e morreu aos 96 anos, em 2015. Se alguém quiser saber mais sobre ela e jogar seu nome no Google, talvez apareçam poucas opções, mas, em vez disso, preferir a forma como ficou conhecida, basta colocar Patachou.

Diário de um desespero – ou quase - XXIII

João Carlos Pereira

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O coronavírus tem medo de chuva e de calor?

A nossa época criou bobagens perigosíssimas, tipo: aids é doença de homossexual, o homem não foi à lua e, a mais recente, as fake news que, irresponsavelmente, divulgam “verdades científicas” inexistentes e ensinam as piores atrocidades. Não é por acaso que os movimentos mais reacionários e bárbaros, como de reviver a ideologia nazista, ganham força.

Diário de um desespero – ou quase - VI

João Carlos Pereira

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Muitas histórias de passarinho e um poema escrito com pincel

Prévert foi um grande poeta popular. A linguagem simples, quase familiar, o delicado senso de humor, os hinos que compôs à liberdade e os jogo com as palavras fizeram dele uma celebridade na área da literatura. Sua poesia, estudada em toda a França, ganhou o mundo e acabou caindo nesta crônica.

Diário de um desespero – ou quase - XIV

João Carlos Pereira

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