Uma segunda chance para o Brasil
A esta altura do ciclo histórico inaugurado em 1988, não se deve ficar neutro, abstêmio em matéria eleitoral ou iludido com a tese absurda do “quanto pior melhor”.
— Guilherme Delgado
A esta altura do ciclo histórico inaugurado em 1988, não se deve ficar neutro, abstêmio em matéria eleitoral ou iludido com a tese absurda do “quanto pior melhor”.
— Guilherme Delgado
Este artigo vai além daquilo que é dito e repetido nas campanhas eleitorais em curso, cuja missão é muito mais convencer, do que esclarecer o eleitor.
— Guilherme Delgado
Leia mais O que está em jogo no processo eleitoral em curso e no dia seguinte?
A dívida pública cresce, mas onde estão suas causas? O artigo questiona a narrativa dominante sobre a crise fiscal brasileira e analisa o papel dos juros, das renúncias fiscais, dos privilégios tributários e do sistema financeiro no aumento da dívida. No centro da discussão está uma pergunta decisiva: quem deverá pagar a conta do ajuste fiscal?
— Guilherme Delgado
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Desde o final do governo Bolsonaro temos observado o avanço nada gradual da captura do Orçamento da União pelas emendas parlamentares
— Guilherme Delgado
Magnifica Humanitas do Papa Leão nos interpela sobre novas escravidões do tempo presente: IA à frente.
— Guilherme Delgado
Debates sobre jornada de trabalho, regulação financeira e grilagem de terras públicas revelam tensões estruturais da economia brasileira e apontam para disputas decisivas no Congresso, no STF e nas instituições reguladoras.
— Guilherme Delgado
A única coisa mais ou menos segura ora desenhada pela conjuntura eleitoral é a forte probabilidade de que eleição principal não se resolveria no primeiro turno.
— Guilherme Delgado
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É preciso deixar claro que há muito por fazer neste ano eleitoral, além evidentemente de votar e ser votado.
— Guilherme Delgado
As investigações em curso para apurar o chamado caso do Banco Master padecem de várias interdições auto-impostas pelo órgãos reguladores.
— Guilherme Delgado
Neste final de ano de 2025 o tema da soberania volta à prioridade a partir da deposição e sequestro do Presidente da Venezuela pelo exército norte-americano, que pela maneira flagrante de violação do direito internacional é ameaça em aberto a todo mundo, em especial à América Latina.
— Guilherme Delgado