Arquivos do Autor

Ignatiana Visualizar tudo →

IGNATIANA é um blog de produção coletiva, iniciado em 2018. Chama-se IGNATIANA (inaciana) porque buscamos na espiritualidade de Inácio de Loyola uma inspiração e um modo cristão de se fazer presente nesse mundo vasto e complicado.

Um cartaz feito de luz, cor, flores e vento. Uma proposta para o Guiness.

O cartaz do Círio é um Círio desenhado em papel, sempre à espera de ser substituído pelo do ano seguinte. O cartaz do Círio é a nossa folhinha sem o registro dos meses. É um calendário apenas do ano. É o registro do tempo entre um Círio e outro Círio. É, de alguma forma, a visita da Senhora e sua constante presença entre nós.

Diário de um desespero – ou quase - LXXIII

— João Carlos Pereira

Leia mais Um cartaz feito de luz, cor, flores e vento. Uma proposta para o Guiness.

Os do mal e os do bem: cada um no seu quadrado

Se pensasse como os iconoclastas contemporâneos, a criadora do Museu de Cera mais famoso do mundo não teria dado espaço aos cruéis da História. A menos que, à noite, como filme em que as criaturas de cera de um museu criam vida, graças a uma placa egípcia, os do mal não se misturam com os do bem. Quem desejar vê-los, terá o valor do bilhete aumentado. Simples assim.

Diário de um desespero – ou quase - LXXXVII

— João Carlos Pereira

Leia mais Os do mal e os do bem: cada um no seu quadrado

Coração divino que nos humaniza

O Coração de Jesus nos capacita olhar a realidade, compreender cada pessoa em sua situação e viver oblativamente, a partir da gratidão e da responsabilidade. Ao sentir o pulsar de nosso coração em sintonia com o Coração de Jesus nos ajuda a recuperar o “humanismo” que estamos perdendo.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

Leia mais Coração divino que nos humaniza

A Ferrari que morre e a vida que não vai mudar

O “novo normal” vai surgir, sim, mas tenho dúvidas sobre o homem novo que nascerá depois que a peste passar. As grifes não vão deixar de ser caras, cada vez mais caras, e os luxos não diminuirão. O ideal de um mundo fraterno continuará no papel. Os sonhos de consumo, inclusive de uma Ferrari, não deixarão de existir.

Diário de um desespero – ou quase - LXXIV

— João Carlos Pereira

Leia mais A Ferrari que morre e a vida que não vai mudar

A língua em que me pronuncio no amor à vida e à liberdade

Minha relação inicial com o idioma foi confusa e atormentada. Tive péssimos professores, que achavam que a língua era um amontoado de regras, em estado de atenção, incontestáveis, mais infalíveis do que o Papa e prontas para ser seguidas cegamente. Não havia possibilidade do aceitável ou permitido no registro oral.

Diário de um desespero – ou quase - LXXX

— João Carlos Pereira

Leia mais A língua em que me pronuncio no amor à vida e à liberdade

Nada muda, um sambinha corta o silêncio e as estrelas mandam lembranças

O silêncio das ruas que ajudou a levar o sambinha até minha sacada me cobriu novamente de solidão. No céu, as constelações que mais amo, as “Três Marias” e o “Cruzeiro do Sul”, brilhavam. Acho que, percebendo que eu as admirava, mandavam um alô. A vida é complicada. Viver não é para amadores. Eu sou amador.

Diário de um desespero – ou quase - LXXXV

— João Carlos Pereira

Leia mais Nada muda, um sambinha corta o silêncio e as estrelas mandam lembranças