Aceitar o joio nos humaniza
O rigorismo não faz parte do caminho da Graça; o caminho da graça se chama compreensão e tolerância. A melhor resposta é dar a oportunidade para que o trigo amadureça; a melhor solução é abrir possibilidade para que o joio seja transformado. É questão de saber esperar. E disso, o amor é especialista.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Convertido e seduzido
Um homem, como tantos existentes,
prostrado em leito de muitas agruras,
está buscando razões consistentes,
pra crer numa outra vida, sem penúrias.
— Pe. Paulo Lisbôa, SJ
Nossa Senhora do Carmo
Metáfora messiânica do cavalo e jumento
O caminho de diálogo e de reconciliação com outros é evidente na narrativa bíblica e no relato biográfico de santo Inácio. O encontro pessoal e comunitário com Cristo através da metáfora messiânica do “cavalo e jumento” é extremamente necessário para transformação de si em tempos da crise. Cavalo e jumento são apenas imagens teológicas complementares que se entrecruzam no seguimento Cristão.
— Cyril Suresh, SJ
Ser mais companheiros
Neste julho, já próximos do pico da pandemia, preparamo-nos para fazer da memória litúrgica de Inácio de Loyola, verdadeira comemoração. Como filhos e amigos de pessoa tão especial, desejamos de mentes e de corações mais convertidos a Deus por esta COVID-19, reassumir nossa vocação para o ser mais companheiros de Jesus. Sabemos muito bem, pela…
Ruy Meira: Menino de engenho feito de barro especial
E se os homens foram mesmo feitos do barro, com a vida lhe sendo soprada pela boca do próprio Deus, dá para imaginar que o Criador escolheu um barro especial para moldar Ruy Meira. Como melhor forma de se mostrar grato, escolheu o barro para produzir a beleza que leva a Deus.
— João Carlos Pereira
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Não tenhais medo
Devemos temer e cuidar para não sermos covardes, incoerentes e infiéis ao projeto de Deus, senão seremos protagonistas da destruição da humanidade, seremos fadados a sofrer o “inferno” da história humana.
— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)
O ser humano está “faminto de raízes”
Na “parábola do semeador”, Jesus compara nosso interior com um campo dotado de diferentes “espécies” de terra, mas habitado por uma semente de vida. A semente é poderosa e eficaz. Mas estão em jogo nossa acolhida e nossa receptividade: podemos permanecer no nível da superfície; podemos nos deixar prender por outros interesses ou prioridades sensíveis; ou podemos nos abrir às dimensões mais profundas de nós mesmos, à nossa “terra boa”, ao nosso “bom lugar”.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
