Bolo Pão de mel
Esse Bolo Pão de mel é fácil e delicioso. É daqueles que você não consegue parar de comer. Uma massa deliciosa, bem temperada com especiarias, e uma cobertura intensa de chocolate.
— Lylia Diógenes
Esse Bolo Pão de mel é fácil e delicioso. É daqueles que você não consegue parar de comer. Uma massa deliciosa, bem temperada com especiarias, e uma cobertura intensa de chocolate.
— Lylia Diógenes
Meu único medo, nessa história toda, é que Brasil do atraso resolva povoar o país com estátuas, bustos e tudo mais que lembre os “mitos” do presente. Duvido que qualquer reavaliação histórica dos que desejam manter a nação no retrocesso possa torná-los dignos de qualquer bibelozinho.
Diário de um desespero – ou quase - LXXXVI
— João Carlos Pereira
Minha relação inicial com o idioma foi confusa e atormentada. Tive péssimos professores, que achavam que a língua era um amontoado de regras, em estado de atenção, incontestáveis, mais infalíveis do que o Papa e prontas para ser seguidas cegamente. Não havia possibilidade do aceitável ou permitido no registro oral.
Diário de um desespero – ou quase - LXXX
— João Carlos Pereira
Leia mais A língua em que me pronuncio no amor à vida e à liberdade
O silêncio das ruas que ajudou a levar o sambinha até minha sacada me cobriu novamente de solidão. No céu, as constelações que mais amo, as “Três Marias” e o “Cruzeiro do Sul”, brilhavam. Acho que, percebendo que eu as admirava, mandavam um alô. A vida é complicada. Viver não é para amadores. Eu sou amador.
Diário de um desespero – ou quase - LXXXV
— João Carlos Pereira
Leia mais Nada muda, um sambinha corta o silêncio e as estrelas mandam lembranças
No tempo difícil como hoje, a meditação da Palavra sutilmente traz uma luz significativa para a conversão e a proteção da humanidade. O caminho de diálogo nem sempre é fácil. Porém, um olhar sincronizador de diálogo recíproco e recorrente dentro das leituras litúrgicas lentamente revelaria para nós um aspecto tridimensional ou tripartido mais amplo, capacitando, segundo Pedro, a nossa disposição de dar explicações sobre a esperança que temos
— Pe. Cyril Suresh, SJ
Leia mais Cristo Crucificado no Corpo, no Coração e no Coronavírus
O que isso tem a ver com o verbo namorar? Nada. Ou melhor: tudo. Entre o político e gramaticalmente correto, neste caso, eu prefiro o verbo namorar em sua versão estropiada, errada, inadequada, ofensiva aos bons modos e aos salões do saber. Todo mundo diz que fulana namora com sicrano (ou com sicrana) e ninguém deixa de entender. Não estou pregando a desobediência cívico-gramatical, mas apenas dando uma banana às chatices. A vida podia ser mais simples e arejada sem determinadas cobranças ou artificialismos.
Diário de um desespero – ou quase - LXXXII
— João Carlos Pereira
Leia mais A regência do verbo namorar e a delícia de ser casado com
Acredito que este tempo será um presente, apesar
dos lutos. Estamos aprendendo novas formas do viver.
— Joana Eleuthério
Nesta quinta-feira, teríamos, a rigor, a única procissão da Igreja Católica. As demais são romarias. Quando há o Santíssimo, é procissão. Sem o Santíssimo, romaria. Mas a fala do povo misturou tudo e, por exemplo, se chama procissão para o Círio, quando o certo seria romaria. Na hora da emoção, vale tudo.
Diário de um desespero – ou quase - LXXXI
— João Carlos Pereira
Leia mais Feriadão, romaria e procissão: cada coisa no seu lugar
Um dos maiores santos da Igreja se chamava Fernando, ou Fernão, Antônio de Boulhões e nasceu em Lisboa, no dia 15 de agosto de 1195. Como se vê, era português. Viveu pouquinho, apenas 36 anos, e teve a graça de conviver com outro santo pelo qual o mundo cristão é apaixonado: São Francisco. Reconhecido como pregador extraordinário e grande realizador de milagres, ainda em vida, foi canonizado apenas onze meses depois de sua morte. Santo Antônio é um caso raríssimo entre os humanos com direito à glória dos altares.
Diário de um desespero – ou quase - LXXXIII
— João Carlos Pereira
No mês dos três santos populares e associados às festas sob bandeirinhas, com direito à fogueira e à boa mesa – Antônio, João e Pedro – além de Marçal, um pouco menos conhecido, é bom refletir sobre a santidade, um estado cada vez mais próximo de todos nós, que dispensa o diploma da Santa Sé e ajuda a transformar o mundo, através da bondade e de gestos concretos de amor desinteressado.
Diário de um desespero – ou quase - LXXXIV
— João Carlos Pereira
Leia mais Como se faz um santo – passo a passo de uma longa burocracia