Os mortos que espiam e os que assombram – I

Jamais consegui aceitar a ideia de que pessoas – falo dos vivos, claro - iam a cemitérios em busca de paz. Conheci muita gente que afirmava gostar de absorver o silêncio daqueles lugares, enquanto caminhava entre as alamedas, olhando retratos sombrios de gente morta há tempos. Todos sérios, invariavelmente com a cara fechada, nenhum sorriso.

Diário de um desespero – ou quase - XXXIV

João Carlos Pereira

Leia mais Os mortos que espiam e os que assombram – I

Trabalho, justiça e dignidade

O povo de Deus se organizava de diversas formas para lutar por um mundo do trabalho mais justo. Recordemos a luta por libertação do trabalho escravo no Egito; a função do movimento profético denunciando os reis que exploravam o trabalho através de impostos pesados, do salário e dos trabalhos forçados. Nessa situação, os profetas são a memória do povo.

Simone Furquim Guimarães (Cebi)

Leia mais Trabalho, justiça e dignidade

Para fugir do tédio e já pensando no Círio

Para criar uma rotina, inventei de escrever estas crônicas, o que é muito bom. Pelo menos para mim, porque me obrigo a produzir, a manter a cabeça pensando, a ter um compromisso diário com mais de 700 pessoas, via zap, e com não sei quantas, no Face. Nas redes sociais, acompanho muitas sugestões de como passar o tempo. Umas são malucas, outas fazem bom sentido. Escrever crônicas faz sentido.

Diário de um desespero – ou quase - XXXII

João Carlos Pereira

Leia mais Para fugir do tédio e já pensando no Círio

O prazer de ir à missa e de ver pela TV

É difícil, muito difícil, ser domingo e não ter ido à missa. Não é nada assemelhado com a percepção de quebrar um hábito, de sair de uma rotina de tanto tempo. Não ir à missa é uma ausência. Uma trincheira montada diante da necessidade de caminhar ao encontro da felicidade e ficar retido a dois passos dela. Um vazio escuro, como um abismo em plena tarde.

Diário de um desespero – ou quase - II

João Carlos Pereira

Leia mais O prazer de ir à missa e de ver pela TV

Flores e amores a quem ainda vive

Não sei se existe uma pessoa que goste de velório. Se alguém me vir num, exceto no meu próprio, cuja presença será indispensável, pode ter certeza de que o finado era muito querido, ou que tinha especial apreço pela família enlutada, como se dizia antigamente, quando ainda havia anúncio fúnebre nos rádios. Tirando isso, não faço social da morte.

Diário de um desespero – ou quase - XXX

João Carlos Pereira

Leia mais Flores e amores a quem ainda vive