Categoria: Arte e Cultura

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João Carlos Pereira no Big Brother Brasil ?

O que digo do BBB serve para quase todos os programas de televisão que têm plateia. Na verdade, só assisto a novelas (a algumas, claro) e ao noticiário. O resto, dispenso. Exceção abria ao Chacrinha, um doido de pedra que me fazia rir. Também via “Chico City” e não perdia séries como “Viagem ao Fundo do Mar” e “Perdidos no Espaço”, que agora passam, e eu as revejo, em canais fechados ou em DVDs.

Diário de um desespero – ou quase - XXXVIII

João Carlos Pereira

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Cinema e Música on-line

No intuito de colaborar para que esses tempos difíceis que estamos vivenciando se converta também em oportunidade de boas descobertas e encantamentos frente à inventividade humana, compartilhamos a seguir algumas opções gratuitas de cultura e entretenimento para se apreciar em casa pela internet.

— Wellington Gomes

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A difícil decisão de colocar ou não o Círio na rua

Por conta de uma angústia que começa a crescer no coração da cidade, esta semana muitas pessoas me indagaram se haveria Círio ou estaria cancelado. Também fui questionado se, desde 1793, quando a romaria saiu pela premira vez, aconteceu alguma interrupção. Essa pergunta, por incrível que pareça, é mais fácil que a primeira. Nem febre espanhola, nem surto de varíola, nem cabanagem, nem revolução de 30, nem primeira ou segunda guerras, nem quando a Irmandade brigou com a Igreja e o cortejo saiu sem padres...

Diário de um desespero – ou quase - XXXVI

João Carlos Pereira

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Os mortos que espiam e os que assombram – II (final)

Não há, eu entendo, uma escala de medos, mas se tivesse de classificar os meus, ia por ordem. Um: na infância, o fura-dedo. Era um homem do setor de erradicação da malária, que passava nas casas, à tarde, avisando que, à noite, voltaria para coletar sangue. Eu tinha tanto horror de uma reles furada de alfinete, que corria para me esconder no galinheiro de casa e vinha de lá debaixo de vara. Condução coercitiva. Uma vergonha para a espécie humana.

Diário de um desespero – ou quase - XXXV

João Carlos Pereira

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Os mortos que espiam e os que assombram – I

Jamais consegui aceitar a ideia de que pessoas – falo dos vivos, claro - iam a cemitérios em busca de paz. Conheci muita gente que afirmava gostar de absorver o silêncio daqueles lugares, enquanto caminhava entre as alamedas, olhando retratos sombrios de gente morta há tempos. Todos sérios, invariavelmente com a cara fechada, nenhum sorriso.

Diário de um desespero – ou quase - XXXIV

João Carlos Pereira

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