Paris em forma de gente não precisa do normal. Nem do novo normal.
Quando o novo normal desaparecer e o normal retornar à cena, trazendo de volta as legiões que sobem à Torre Eiffel e se danam diante da pirâmide do Louvre, Paris continuará a ser um cartão postal e seu encanto mais verdadeiro estará preservado nas ruas verdadeiramente suas, sem turistas, sem aglomerações.
Diário de um desespero – ou quase - XCVIII
— João Carlos Pereira
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