Categoria: Crônicas de João Carlos Pereira

Crônicas do jornalista e escritor João Carlos Pereira (1959-2020), de Belém do Pará.

Uma “palavrinha” de 3360 toques, antes da crônica

Quando a pandemia acabar e o desespero não mais existir, o “Diário” desse tempo também perderá o sentido. Mas o prazo final, apenas Deus Nosso Senhor conhece. Em seguida, deverá surgir o “Diário da Liberdade – ou quase”. O passo imediato será reunir todo material e mais outros que também falam de autoconhecimento e do anseio pelo fim das minhas amarras internas em um livro, cujo título já está mais ou menos definido, mas ainda não decidido.

Diário de um desespero – ou quase - XVI

João Carlos Pereira

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Linda descoberta, ainda que tardia

61 anos passaram e nem sequer percebi, mas tive de viver todo esse tempo para me apegar a uma francesa chamada Henriette Ragon, que nasceu em 1918 e morreu aos 96 anos, em 2015. Se alguém quiser saber mais sobre ela e jogar seu nome no Google, talvez apareçam poucas opções, mas, em vez disso, preferir a forma como ficou conhecida, basta colocar Patachou.

Diário de um desespero – ou quase - XXIII

João Carlos Pereira

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O coronavírus tem medo de chuva e de calor?

A nossa época criou bobagens perigosíssimas, tipo: aids é doença de homossexual, o homem não foi à lua e, a mais recente, as fake news que, irresponsavelmente, divulgam “verdades científicas” inexistentes e ensinam as piores atrocidades. Não é por acaso que os movimentos mais reacionários e bárbaros, como de reviver a ideologia nazista, ganham força.

Diário de um desespero – ou quase - VI

João Carlos Pereira

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Muitas histórias de passarinho e um poema escrito com pincel

Prévert foi um grande poeta popular. A linguagem simples, quase familiar, o delicado senso de humor, os hinos que compôs à liberdade e os jogo com as palavras fizeram dele uma celebridade na área da literatura. Sua poesia, estudada em toda a França, ganhou o mundo e acabou caindo nesta crônica.

Diário de um desespero – ou quase - XIV

João Carlos Pereira

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Na ausência do povo, a certeza de que Deus não sumiu

Tantas dores convergentes fizeram sangrar o corpo e, ninguém duvide, como se isso fosse impossível, a alma daquela Senhora. Uma iniquidade, um imerecido castigo, um veredito infundado e mentiroso caíram sobre seu Filho, mais pesados do que a cruz. A mulher dilacerada é a mesma que em outubro passa, soberana, na sua berlinda, pelas ruas de Belém.

Diário de um desespero – ou quase - XX

João Carlos Pereira

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Uma casa perdida no ar e a poesia do momento

Como o confinamento conseguiu debulhar o calendário, tirando do mês cada um de seus diazinhos, deixando a triste imagem de um sabugo sem alma, ser hoje, ou final de semana, para mim, é tudo igual. Os dias viraram, sem distinção, feriado nacional. Mas agora, contra toda lógica absurda da pandemia, é final de semana, é domingo e eu sinto muita falta de ser domingo de verdade, porque é Domingo de Ramos.

Diário de um desespero – ou quase - XV

João Carlos Pereira

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