Coração divino que nos humaniza

O Coração de Jesus nos capacita olhar a realidade, compreender cada pessoa em sua situação e viver oblativamente, a partir da gratidão e da responsabilidade. Ao sentir o pulsar de nosso coração em sintonia com o Coração de Jesus nos ajuda a recuperar o “humanismo” que estamos perdendo.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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A Ferrari que morre e a vida que não vai mudar

O “novo normal” vai surgir, sim, mas tenho dúvidas sobre o homem novo que nascerá depois que a peste passar. As grifes não vão deixar de ser caras, cada vez mais caras, e os luxos não diminuirão. O ideal de um mundo fraterno continuará no papel. Os sonhos de consumo, inclusive de uma Ferrari, não deixarão de existir.

Diário de um desespero – ou quase - LXXIV

— João Carlos Pereira

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Bolo Pão de mel

Esse Bolo Pão de mel é fácil e delicioso. É daqueles que você não consegue parar de comer. Uma massa deliciosa, bem temperada com especiarias, e uma cobertura intensa de chocolate.

— Lylia Diógenes

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A língua em que me pronuncio no amor à vida e à liberdade

Minha relação inicial com o idioma foi confusa e atormentada. Tive péssimos professores, que achavam que a língua era um amontoado de regras, em estado de atenção, incontestáveis, mais infalíveis do que o Papa e prontas para ser seguidas cegamente. Não havia possibilidade do aceitável ou permitido no registro oral.

Diário de um desespero – ou quase - LXXX

— João Carlos Pereira

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Nada muda, um sambinha corta o silêncio e as estrelas mandam lembranças

O silêncio das ruas que ajudou a levar o sambinha até minha sacada me cobriu novamente de solidão. No céu, as constelações que mais amo, as “Três Marias” e o “Cruzeiro do Sul”, brilhavam. Acho que, percebendo que eu as admirava, mandavam um alô. A vida é complicada. Viver não é para amadores. Eu sou amador.

Diário de um desespero – ou quase - LXXXV

— João Carlos Pereira

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Cristo Crucificado no Corpo, no Coração e no Coronavírus

No tempo difícil como hoje, a meditação da Palavra sutilmente traz uma luz significativa para a conversão e a proteção da humanidade. O caminho de diálogo nem sempre é fácil. Porém, um olhar sincronizador de diálogo recíproco e recorrente dentro das leituras litúrgicas lentamente revelaria para nós um aspecto tridimensional ou tripartido mais amplo, capacitando, segundo Pedro, a nossa disposição de dar explicações sobre a esperança que temos

— Pe. Cyril Suresh, SJ

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A regência do verbo namorar e a delícia de ser casado com

O que isso tem a ver com o verbo namorar? Nada. Ou melhor: tudo. Entre o político e gramaticalmente correto, neste caso, eu prefiro o verbo namorar em sua versão estropiada, errada, inadequada, ofensiva aos bons modos e aos salões do saber. Todo mundo diz que fulana namora com sicrano (ou com sicrana) e ninguém deixa de entender. Não estou pregando a desobediência cívico-gramatical, mas apenas dando uma banana às chatices. A vida podia ser mais simples e arejada sem determinadas cobranças ou artificialismos.

Diário de um desespero – ou quase - LXXXII

— João Carlos Pereira

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Feriadão, romaria e procissão: cada coisa no seu lugar

Nesta quinta-feira, teríamos, a rigor, a única procissão da Igreja Católica. As demais são romarias. Quando há o Santíssimo, é procissão. Sem o Santíssimo, romaria. Mas a fala do povo misturou tudo e, por exemplo, se chama procissão para o Círio, quando o certo seria romaria. Na hora da emoção, vale tudo.

Diário de um desespero – ou quase - LXXXI

— João Carlos Pereira

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