Santo Antônio é de Lisboa ou de Pádua?

Um dos maiores santos da Igreja se chamava Fernando, ou Fernão, Antônio de Boulhões e nasceu em Lisboa, no dia 15 de agosto de 1195. Como se vê, era português. Viveu pouquinho, apenas 36 anos, e teve a graça de conviver com outro santo pelo qual o mundo cristão é apaixonado: São Francisco. Reconhecido como pregador extraordinário e grande realizador de milagres, ainda em vida, foi canonizado apenas onze meses depois de sua morte. Santo Antônio é um caso raríssimo entre os humanos com direito à glória dos altares.

Diário de um desespero – ou quase - LXXXIII

— João Carlos Pereira

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Como se faz um santo – passo a passo de uma longa burocracia

No mês dos três santos populares e associados às festas sob bandeirinhas, com direito à fogueira e à boa mesa – Antônio, João e Pedro – além de Marçal, um pouco menos conhecido, é bom refletir sobre a santidade, um estado cada vez mais próximo de todos nós, que dispensa o diploma da Santa Sé e ajuda a transformar o mundo, através da bondade e de gestos concretos de amor desinteressado.

Diário de um desespero – ou quase - LXXXIV

— João Carlos Pereira

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Semana do Migrante

Este ano a Semana do Migrante acontece a partir da integração das diversas organizações que atuam no cuidado humano, na atenção pastoral e na defesa de direitos da população migrante no Brasil.

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A CVX e a pandemia no Brasil de hoje

Na complexidade do momento, não existem saídas ou soluções fáceis. É preciso reconhecer, com a mesma compaixão de Jesus, o sofrimento de tantas pessoas, em especial os mais vulneráveis: doentes, sobretudo os que esperam um leito, desempregados, trabalhadores informais, indígenas, pequenos empreendedores e todo rol de minorias, que formam a grande maioria do povo brasileiro e que padece de uma história de desigualdade social, exposta de maneira mais nua nessa pandemia.

— Comunidade de Vida Cristã (CVX)

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Vidas negras importam

No tempo de Jesus, havia muitas leis que separavam as pessoas. As leis da pureza determinavam quem estava mais próximo de Deus e quem estava mais distante. Embora não faça parte da nossa cultura o sistema do puro e do impuro, ainda há muitas barreiras e preconceitos que separam e dividem as pessoas nos diversos ambientes sociais, sobretudo se possui a pele negra.

— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)

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O limite da bagagem é uma mochila

O tempo vai ensinando que o menos é cada vez mais do que aquilo de que necessitamos. Quando escrevo para jornal, sei que possuo limites. No Liberal são 3.000 toques. Na Voz de Nazaré, 1.800. Antes das mudanças gráficas nos dois veículos, os espaços eram maiores. Quem produz para veículos impressos, precisa ser disciplinado. O mesmo serve para televisão. Com espaço reduzido, eu continuo a dizer o que penso, apenas com menos palavras. Se passar, não sai. Simples assim.

Diário de um desespero – ou quase - LXXIX

— João Carlos Pereira

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Santíssima Trindade: Deus é comunidade do amor, da paz e da misericórdia.

O Cristianismo da koinonia, exalta a comunhão e a participação; o da diakonia, exalta o diálogo e o serviço fraterno; o da liturgia, exalta o culto e o trabalho comunitário; o do martírio, exalta o testemunho e a doação. Quem vive desta pericorese do Cristianismo tem seu coração com o sentimento de consolação e consagração. Pois, esta dança dinâmica, perfeita e harmoniosa é sempre cadenciada pela sinfonia do amor recíproco que é o vínculo da unidade divina.

— Pe. Cyril Suresh, SJ

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A viúva sem nome

Aquela mulher sem nome fazia parte da categoria social de pessoas que, segundo a Lei (Dt 10,18), Israel deve fazer justiça e proteger. Mas no tempo de Jesus já fazia muito tempo em que esta Lei não era cumprida pelos judeus. Marcos mostra as condições precárias em que aquela viúva estava vivendo. Pois, na penúria em que vivia, lançou como oferta as duas moedinhas (um quadrante, v. 42). O quadrante é uma moeda romana de cobre que valia um quarto de centavo.

— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)

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