A língua em que me pronuncio no amor à vida e à liberdade
Minha relação inicial com o idioma foi confusa e atormentada. Tive péssimos professores, que achavam que a língua era um amontoado de regras, em estado de atenção, incontestáveis, mais infalíveis do que o Papa e prontas para ser seguidas cegamente. Não havia possibilidade do aceitável ou permitido no registro oral.
Diário de um desespero – ou quase - LXXX
— João Carlos Pereira
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