Canjica com perfume de laranja
Comidas de São João
Essa canjica tem o diferencial da laranja, o que dá um sabor todo especial.
— Lylia Diógenes
Artes, fotografia, cinema, pintura, música, teatro, Arte sacra, Arquitetura de igrejas, Arte jesuítica, Heráldica eclesiástica, Ícones, Ícones bizantinos, Ícones russos, Presépio, Arte da azulejaria, Artes gráficas, Gravura
Comidas de São João
Essa canjica tem o diferencial da laranja, o que dá um sabor todo especial.
— Lylia Diógenes
Não creio no novo normal, porque isso me parece conversa fiada. Mais uma pós-modernidade sem noção. Se cada um puder ser um ser novo, normal, ao natural, ajudando o mundo a entender que luxo, riqueza, esnobação, prepotência e preconceitos não levam a lugar algum.
Diário de um desespero – ou quase - LXVIII
— João Carlos Pereira
Leia mais Aproveitar a vida, enquanto ela está ao alcance das mãos
Durante a grande depressão, na década de 1930, nos Estados Unidos, o desemprego assola a população. O filme mostra o universo dos concursos de dança, que testavam ao extremo a resistência dos competidores em troca de comida, roupas e alguns trocados.
Não foi preciso que eu inventasse esse hábito de escrever uma crônica todo dia, fosse para me manter vivo e ativo, com responsabilidade junto a um público fiel, leitores cuja face conheço, outros que sequer imagino onde estão e quem são, porque a internet possui o mundo como limite, para que tivesse noção da minha fragilidade e de como me atrapalho com um simples novelinho de lã.
Diário de um desespero – ou quase - LXVII
— João Carlos Pereira
Leia mais Dois pés na jaca, ao mesmo tempo, seria muita leseira
Descoberto pelo cientista australiano Michael Mattiazzo, o cometa não foi batizado com o seu nome – uma injustiça que precisa ser reparada. O que para nós vai ser cometa Mattiazzo, para a ciência é apenas Swan, porque foi observado com o Solar Wind Anisotropies (Swan), um instrumento integrante do satélite de observação Soho, operado pela Nasa e pela Agência Espacial Europeia. O nosso Mattiazzo-Swan já passou pela Terra, deixou lembranças e mandou avisar que sua imagem possui um “delayed”, quero dizer, um certo atraso, bem expressivo. É como a luz das estrelas. O que chega aqui não é tempo real. É tempo-foi, como diria a Lindanor Celina.
Diário de um desespero – ou quase - LXVI
— João Carlos Pereira
Há muitas formas de fazer o Círio. A pandemia coloca a criatividade e a fé diante de um desafio. A menos que um milagre rasgue os céus do planeta e, do dia para a noite, aglomerações sejam toleradas e, mais do que isso, aceitas, o Círio no formato atualizado há 228 anos poderá manter a escrita. Se não mantiver, será Círio do mesmo jeito. Haverá cartaz, peregrinações em casas, guardadas as recomendações sanitárias. Será servido o tradicional almoço, mas de uma forma diferente. Ou igual, não sei. Ninguém sabe.
Diário de um desespero – ou quase - LXV
— João Carlos Pereira
Saí da escola e, na universidade, fiz um curso que não era exatamente a minha praia. Tenho duas especializações em língua portuguesa e passei duas vezes no mestrado. Fui professor e sou jornalista. Mas, como já disse nesta interminável quarentena, em pelo menos três crônicas, o que eu queria mesmos era ser padre.
Diário de um desespero – ou quase - LXIV
— João Carlos Pereira
Leia mais Memórias de um menino que quase não saiu da escola
O Brasil acredita em qualquer um que apareça vendendo facilidades, riqueza, prosperidade, saúde, terrenos na lua, cadeira na primeira do céu, ao lado dos anjos que contemplam eternamente a face do Senhor. Enganar a fé do povo é crime e a isso se chama charlatanismo.
Diário de um desespero – ou quase - LXIII
— João Carlos Pereira
Leia mais O rei nu, o homem que sabia javanês e a pilantragem em nome de Deus