A história de um apelido infeliz e de um “bullying” coletivo
Em muitas e muitas ocasiões encontrei a professora Graziela e sua família perambulando pelas ruas e pela Praça da República. Ela estava cada vez mais corcunda, mas nunca a vi desarrumada. A filha, a quem chamavam de ararinha, pintava o rosto de forma exagerada e o menino,apelidado de periquito, já parecia um rapaz.
— João Carlos Pereira
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