A história humanizada de uma mulher que apenas queria amar
Quando comecei a escrever sobre a professora Graziela, meu interesse era apenas a Arara. No máximo, aquela mulher a quem todos chamavam de louca. Havia um ser humano e uma personagem. Eu buscava a personagem. Depois do primeiro texto, o sentido da busca mudou. Por trás da caricatura existia uma criatura tão interessante, que a Arara perdeu a relevância. Na verdade, aos poucos foi desaparecendo de meus olhos e me tomei de tanta ternura pela pobre mulher, que comecei a procurar seu coração.
— João Carlos Pereira
Leia mais A história humanizada de uma mulher que apenas queria amar
