Nada muda, um sambinha corta o silêncio e as estrelas mandam lembranças
O silêncio das ruas que ajudou a levar o sambinha até minha sacada me cobriu novamente de solidão. No céu, as constelações que mais amo, as “Três Marias” e o “Cruzeiro do Sul”, brilhavam. Acho que, percebendo que eu as admirava, mandavam um alô. A vida é complicada. Viver não é para amadores. Eu sou amador.
Diário de um desespero – ou quase - LXXXV
— João Carlos Pereira
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