Comer, orar, vigiar, emagrecer e morrer. De fome.
Depois de muito tempo preso, entendi tanta coisa sobre a vida que, até janeiro, não compreendia com clareza. Uma delas diz respeito ao direito de ser feliz. E quem pode ser feliz, sobretudo num tempo como esse, quando tudo é praticamente proibido, se privando de prazeres essenciais?
Diário de um desespero – ou quase - XCI
— João Carlos Pereira
