Os fósforos coloridos, o telefone e a escadaria do sonho

Muitas outras coisas evaporaram de nossos olhos, como enceradeira, vasculho de forro, espanador, saco de café, ventilador de carro, navalha, isso só para ficar na lista dos utensílios mais lembrados. Mentex e os drops coloridos, da marca Ducora, tinham delicioso gosto de cinema e de infância, porém ninguém mais os vê – pior: não prova. Agora, cinema tem sabor de exploração. Os “combos” custam o olho da cara e as pessoas compram, como se aquilo não fosse um roubo.

Diário de um desespero – ou quase - LVIII

— João Carlos Pereira

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O solitário adeus a uma paraense, que vivia da (e para) literatura

Olga era detalhista, não deixava passar nada. Por isso foi considerada uma tradutora de primeira linha. A coluna “A Mona Lisa de Copacabana”, cujos parágrafos, no estilo da coluna, eram numerados, deve ser entendida no contexto de sua época, sete anos atrás, mas tão atual, como se houvesse sido escrita hoje.

Diário de um desespero – ou quase - LVII

— João Carlos Pereira

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Jesus: “Eu não deixarei vocês órfãos”

No tempo difícil como hoje, a meditação da Palavra sutilmente traz uma luz significativa para a conversão e a proteção da humanidade. O caminho de diálogo nem sempre é fácil. Porém, um olhar sincronizador de diálogo recíproco e recorrente dentro das leituras litúrgicas lentamente revelaria para nós um aspecto tridimensional ou tripartido mais amplo, capacitando, segundo Pedro, a nossa disposição de dar explicações sobre a esperança que temos

— Pe. Cyril Suresh, SJ

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Novos tempos, novas vontades, outro valores de vida

Enquanto o presidente falava em gripezinha, a ciência mostrava o contrário. O resultado é o que se vê: quase mil mortos todos os dias e o Brasil está se aproximando do pódio da vergonha. Enquanto isso, a crise política, em Brasília, ganha músculos. Nós estamos muito bem servidos de governo e de corona vírus.

Diário de um desespero – ou quase - LV

— João Carlos Pereira

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Planos para o primeiro dia de liberdade

Eu também irei à igreja assim que permitirem, numa hora que, espero, não haja muita gente, tipo depois do almoço, mas não pegarei o carro, nem que esteja chovendo. Vou a pé, com guarda-chuva ou me molhando, para poder reencontrar a paisagem humana que sumiu dos meus olhos há dois meses e na qual penso, com preocupação.

Diário de um desespero – ou quase - LIV

— João Carlos Pereira

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