Uma aposentadoriazinha e outra parte de sua história

Antônio Erlindo Braga era auditor do Tribunal de Contas do Estado do Pará, quando chegou-lhe às mãos o processo de aposentadoria compulsória da professora Graziela Guimarães Pimentel. Ele analisou com atenção o pedido e o deferiu, lamentando o valor do benefício, depois de uma vida dedicada ao magistério, à época pouco menos de R$ 180,00. Isso mesmo: cento e oitenta reais. O salário mínimo, em 1994, ano era de exatos cem reais. Hoje, a professora Graziela Guimarães Pimentel não receberia mais do que R$ 1.800,00.

— João Carlos Pereira

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Coração de Jesus como urgência ao chamado à caridade

A devoção ao Coração de Cristo e ao Coração de Maria têm esse sentido profundo: recordar aos homens entristecidos do mundo moderno que acima de suas dores há um Deus que nos ama, há um Deus que é amor, um Deus que quando quis escolher um símbolo para representar a mensagem mais sentida de sua alma escolheu o Coração porque simboliza o amor, o amor por eles, os homens dessa terra.

Preparação orante para a festa de Santo Alberto Hurtado — Segundo dia

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Encher a vida de amor

A melhor maneira de realizar a vida: enchê-la de amor, e ao fazer assim não estamos senão cumprindo o preceito do Mestre. Pouco antes de partir deste mundo

Preparação orante para a festa de Santo Alberto Hurtado — Primeiro dia

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A história humanizada de uma mulher que apenas queria amar

Quando comecei a escrever sobre a professora Graziela, meu interesse era apenas a Arara. No máximo, aquela mulher a quem todos chamavam de louca. Havia um ser humano e uma personagem. Eu buscava a personagem. Depois do primeiro texto, o sentido da busca mudou. Por trás da caricatura existia uma criatura tão interessante, que a Arara perdeu a relevância. Na verdade, aos poucos foi desaparecendo de meus olhos e me tomei de tanta ternura pela pobre mulher, que comecei a procurar seu coração.

— João Carlos Pereira

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Agentes curadores

Ao falar com os discípulos, Jesus alerta a igreja cristã, primeira a receber as instruções sobre o Reino dos Céus, que sem a fé, mesmo que pequena (do tamanho de um grão de mostarda) não é possível mover obstáculos, como as montanhas. Jesus está olhando para as montanhas de Jerusalém. E Jerusalém é onde concentra os poderes que oprimem, exploram e adoecem as pessoas.

— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)

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Um cristão que sonhava com igualdade para todos

Pouca gente tão cristã eu já encontrei como Nazareno Tourinho. Mais do que ele, difícil. Lutava por um mundo melhor para todos, mantendo os pés firmes, nas lutas do seu tempo, mas trazia os olhos voltados para Deus. Quando falávamos sobre a salvação das almas, baixava o tom da voz e quase segredava: “João, ninguém vai deixar de ser salvo. Ninguém”.

— João Carlos Pereira

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