Mãe Maria
Maria Terna, Mãe de todos os povos.
Maria, amada Mãe Maria.
— Cléria d'Almeida Córdova,
Maria Terna, Mãe de todos os povos.
Maria, amada Mãe Maria.
— Cléria d'Almeida Córdova,
Penso no que me faz sofrer na Terra:
A destruição da Natureza,
A injustiça social:
A fome, o desabrigo, a desassistência, as doenças,
As guerras, a violência…
— Cléria Córdova
Vestido de Luz,
Celeste Beleza,
Com uma mão nos chama,
Com a outra indica
Nosso lugar no Seu Coração,
Acolhedora Mansão.
— Cléria d'Almeida Córdova
A audaz Samaritana,
O venturoso ser bíblico
No encontro a sós com o Redentor;
Surpreende-a o pedido Dele,
Que ela O saciasse,
Convida-a a servi-Lo.
— Cléria Córdova
Somos seres sentimentos,
Fêmeas.
Somos abnegação, compreensão, perdão,
Menstruação, gestação,
Parto, amamentação.
— Cléria Córdova
Ai de mim se não acolho,
Ai de mim se não compreendo,
Se não procuro ver em todos
A origem divina.
— Cléria Córdova
Ouvir as pessoas, dar espaço para que o amor e a delicadeza de Jesus se façam presentes entre nós e em nós, curando-nos da nossa mudez, das nossas cegueiras, da nossa surdez e das nossas paralisias. Caminhemos com todos os nossos sentidos abertos! Assim, teremos Deus encarnado caminhando conosco...
— Joana Eleuthério
Casa do Pai?
Portas fechadas
E nos seus degraus
Filhos esmolam pão,
Nos seus átrios,
Vivem indigentes
Ao frio, ao desabrigo.
— Cléria Córdova
O que lhe dói mais, meu Jesus?
O espírito, pelo vazio da intensa dor e solidão,
o grito de socorro sem reposta, no total abandono?
— Joana Eleuthério
Um sábado qualquer se transformou
em um Dia de Ação de Graças.
Logo de manhã, entreguei-me
às brincadeiras com o neto
e o gatinho Zubi para a alegria de todos.
— Joana Eleuthério