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Vidas negras importam

No tempo de Jesus, havia muitas leis que separavam as pessoas. As leis da pureza determinavam quem estava mais próximo de Deus e quem estava mais distante. Embora não faça parte da nossa cultura o sistema do puro e do impuro, ainda há muitas barreiras e preconceitos que separam e dividem as pessoas nos diversos ambientes sociais, sobretudo se possui a pele negra.

— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)

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O limite da bagagem é uma mochila

O tempo vai ensinando que o menos é cada vez mais do que aquilo de que necessitamos. Quando escrevo para jornal, sei que possuo limites. No Liberal são 3.000 toques. Na Voz de Nazaré, 1.800. Antes das mudanças gráficas nos dois veículos, os espaços eram maiores. Quem produz para veículos impressos, precisa ser disciplinado. O mesmo serve para televisão. Com espaço reduzido, eu continuo a dizer o que penso, apenas com menos palavras. Se passar, não sai. Simples assim.

Diário de um desespero – ou quase - LXXIX

— João Carlos Pereira

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A viúva sem nome

Aquela mulher sem nome fazia parte da categoria social de pessoas que, segundo a Lei (Dt 10,18), Israel deve fazer justiça e proteger. Mas no tempo de Jesus já fazia muito tempo em que esta Lei não era cumprida pelos judeus. Marcos mostra as condições precárias em que aquela viúva estava vivendo. Pois, na penúria em que vivia, lançou como oferta as duas moedinhas (um quadrante, v. 42). O quadrante é uma moeda romana de cobre que valia um quarto de centavo.

— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)

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Me chame, São Pedro. Mas não agora, tá?

Já gostei muito do mês de junho. Até ansiava por ele. Era em junho que eu dançava quadrilha marcada em francês, na Aliança. Nessa época, aumentei minha família de afetos com o compromisso selado sobre a fogueira. Ganhei uma irmã, uma comadre e uma porção de amigos. Me esbaldava nas iguarias e tinha gosto de enfeitar o quintal de casa com bandeirinhas. Adorava ver Boi e Pássaro no terreiro.

Diário de um desespero – ou quase - LXXVIII

— João Carlos Pereira

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Pentecostes

Jesus, o Príncipe da Paz, dá a paz aos discípulos, com isso tornando-os, assim, corajosos e capacitados para a missão. As marcas da paixão nos recordam que apesar da superação dos sofrimentos e do medo, as cicatrizes ficam para nos dar coragem nas lutas futuras e nos tornar mais amadurecidos.

— Pe. Cesar Augusto, SJ

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Da distração à dedicação: um convite ao centro

A vocação e a missão que recebemos do Senhor e que herdamos de nossos predecessores não permitem seguidores ou servidores “distraídos”. O Senhor continua chamando a irmãos e amigos para que sigam a seu Filho, pessoas que estão dispostas a dar tudo por seu sonho de salvação para toda a humanidade. A tarefa continua sendo tão imensa e desafiante como sempre.

— Pe. Adolfo Nicolás, SJ

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