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Pentecostes

Jesus, o Príncipe da Paz, dá a paz aos discípulos, com isso tornando-os, assim, corajosos e capacitados para a missão. As marcas da paixão nos recordam que apesar da superação dos sofrimentos e do medo, as cicatrizes ficam para nos dar coragem nas lutas futuras e nos tornar mais amadurecidos.

— Pe. Cesar Augusto, SJ

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Da distração à dedicação: um convite ao centro

A vocação e a missão que recebemos do Senhor e que herdamos de nossos predecessores não permitem seguidores ou servidores “distraídos”. O Senhor continua chamando a irmãos e amigos para que sigam a seu Filho, pessoas que estão dispostas a dar tudo por seu sonho de salvação para toda a humanidade. A tarefa continua sendo tão imensa e desafiante como sempre.

— Pe. Adolfo Nicolás, SJ

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O cometa verde do tempo-foi

Descoberto pelo cientista australiano Michael Mattiazzo, o cometa não foi batizado com o seu nome – uma injustiça que precisa ser reparada. O que para nós vai ser cometa Mattiazzo, para a ciência é apenas Swan, porque foi observado com o Solar Wind Anisotropies (Swan), um instrumento integrante do satélite de observação Soho, operado pela Nasa e pela Agência Espacial Europeia. O nosso Mattiazzo-Swan já passou pela Terra, deixou lembranças e mandou avisar que sua imagem possui um “delayed”, quero dizer, um certo atraso, bem expressivo. É como a luz das estrelas. O que chega aqui não é tempo real. É tempo-foi, como diria a Lindanor Celina.

Diário de um desespero – ou quase - LXVI

— João Carlos Pereira

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No coração de todos, o Círio da esperança

Há muitas formas de fazer o Círio. A pandemia coloca a criatividade e a fé diante de um desafio. A menos que um milagre rasgue os céus do planeta e, do dia para a noite, aglomerações sejam toleradas e, mais do que isso, aceitas, o Círio no formato atualizado há 228 anos poderá manter a escrita. Se não mantiver, será Círio do mesmo jeito. Haverá cartaz, peregrinações em casas, guardadas as recomendações sanitárias. Será servido o tradicional almoço, mas de uma forma diferente. Ou igual, não sei. Ninguém sabe.

Diário de um desespero – ou quase - LXV

— João Carlos Pereira

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A rasga-mortalha e o pássaro Roca: entre o medo e a fantasia

Ontem minha rede começou a piar. Faltava azeitar a atracação. Instalado o modo silêncio no ambiente, voltei para o meu sossego e fiquei imaginando que tipo de ave poderia fazer barulho semelhante ao de rede. Como minha cabeça é território fértil, o pensamento voltou logo para a infância, tempo em que eu ouvia histórias sobre o Pássaro Roca e a Rasga-Mortalha.

Diário de um desespero – ou quase - LXI

— João Carlos Pereira

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O destino e o amanhã de todos apenas nas mãos de Deus

Não sei como está sendo este tempo para os adivinhos, sobretudo para os que não conseguiram colocar em suas previsões para 2020 o quadro em que estamos vivendo. Uma tela tão gigantesca, tão monumental, não poderia passar despercebida de todos os métodos de comunicação com o além, para vislumbrar o ano novo. Quem falou em morte de famosos, já ganhou muitos pontos.

Diário de um desespero – ou quase - LX

— João Carlos Pereira

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O céu de Belém e o sonho real

Sinto saudade das estrelas, porque elas passaram a fazer parte da minha felicidade. Minha filha mais nova, quando era pequena, sentava no meu colo e me ensinava coisas maravilhosas sobre o céu. Uma noite, ela me disse: “você sabia que existe uma estrela bem grande, com uma bolsa na barriga, e, antes de amanhecer, vai recolhendo todas as outras para soltar na outra noite?”. Duvido que essa teoria seja contestada por qualquer astrônomo, porque, quem ama o céu, só pode ter um pezinho na poesia.

Diário de um desespero – ou quase - LIX

— João Carlos Pereira

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