Antífonas do Ó
Segundo uma antiga tradição da Igreja, no período de 17 a 23 de dezembro, somos convidados a recitar as Antífonas Maiores ou Antífonas do Ó.
IGNATIANA é um blog de produção coletiva, iniciado em 2018. Chama-se IGNATIANA (inaciana) porque buscamos na espiritualidade de Inácio de Loyola uma inspiração e um modo cristão de se fazer presente nesse mundo vasto e complicado.
Segundo uma antiga tradição da Igreja, no período de 17 a 23 de dezembro, somos convidados a recitar as Antífonas Maiores ou Antífonas do Ó.
José de Nazaré foi aquele que se abriu ao Deus surpreendente e deixou-se conduzir por Ele.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Discernir é um ato importante que se refere a todos, pois as escolhas constituem uma parte essencial da vida. Discernir as escolhas. Escolhe-se uma comida, uma roupa, um percurso de estudos, um emprego, uma relação. Em tudo isto realiza-se um projeto de vida, e também se concretiza a nossa relação com Deus.
— Papa Francisco
A floresta amazônica é um “coração biológico” de um planeta cada vez mais ameaçado. Este bioma se encontra em uma dinâmica desenfreada de destruição. Requer mudanças radicais urgentes e um novo direcionamento que permita salvá-la.
Mística do século XXI #39
— Luiz Fernando K. Merico
A vocação de todo cristão é de anunciar e indicar o caminho de Jesus Cristo.
— Simone Furqum Guimarães
Para conhecer Jesus, o melhor é ver de quem Ele se aproxima e a que Ele se dedica.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Leia mais A surpreendente novidade que vem das “periferias existenciais”
Que neste período do Advento seja tempo propício (tempo kairós, tempo de Deus) para atendermos o chamado de Jesus e seguir o seu caminho.
— Simone Furqum Guimarães
Quem me autorizou julgar o meu próximo?
Quem me permitiu condenar, ofender os filhos do Pai Amoroso?
— Cléria d'Almeida Córdova
O tempo litúrgico do Advento se revela como um momento privilegiado que nos motiva a “descer” em direção às nossas raízes interiores, para ativá-las, cultivá-las e evangelizá-las.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Como viver o Advento nesse clima em que parece que nada vem e tudo se vai. Vai-se o bem-estar, o sentir-se livre, as referências afetivas. E o vazio parece instalar-se com ares sombrios de quem veio para ficar. E, no entanto, uma vez mais, somos chamados a voltar-nos para a espera de quem vem.
— Maria Clara Bingemer