Alegria de gratidão
Que neste período do Advento seja tempo propício (tempo kairós, tempo de Deus) para atendermos o chamado de Jesus e seguir o seu caminho!
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
Que neste período do Advento seja tempo propício (tempo kairós, tempo de Deus) para atendermos o chamado de Jesus e seguir o seu caminho!
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
Jesus adverte à vigilância e oração para não pesar os corações e estarmos preparados para a vinda do Filho do Homem. Na Bíblia, o coração simboliza a mente, é entendido como a fonte dos pensamentos, da sabedoria.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
Zaqueu não queria perder a chance da sua vida. Ele tinha fome e sede de uma vida nova! Estava pronto para buscar apaixonadamente a vontade de Deus.
— Pe. Manuel E. Iglesias, SJ (1933-2020)
Maria fecha a porta de sua pequena casa em Nazaré e inicia, apressada, o caminho para a montanha, onde vivia Isabel. O impulso do seu coração movia velozmente seus pés. Este relato nos mostra o que é “visitar”.
Maria “saiu em visita” porque, antes, foi “visitada” pela presença surpreendente de Deus.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Leia mais Assunção de Maria: plenitude do seu “ser visitante”
A leitura do Evangelho proposta pela igreja hoje é Lc 5,27-32. Jesus encontra Levi (Mateus) no trabalho de coletar impostos e o chama para seu Seguimento, para ser discípulo dele. Mateus aceita e o segue. Em seguida, Lucas narra Jesus fazendo uma refeição na casa de Mateus. Os Fariseus e Mestres da Lei murmuram, reclamam…
Precisamos de homens como Simeão e mulheres como Ana, da tribo dos que estão reconciliados com sua própria vida; pessoas com uma presença benevolente e carinhosa para tudo o que lhes rodeia.
Novamente nos encontramos abrindo um Ano Novo: desejado, esperado, buscado...; estreamos e recomeçamos um novo tempo; ocasião privilegiada para aprofundar o sentido do tempo, no qual se desenrola nossa existência. Não podemos fazer a “travessia” em direção ao Novo Ano sem fazer uma reflexão sobre nós mesmos e examinar como estamos fazendo uso de algo tão importante e tão passageiro como o tempo.
O evento do Nascimento de Jesus, o anúncio deste acontecimento e a resposta a este anúncio acontecem na noite, na pobreza, na pequenez. Alguém, na noite profunda, nasce para nós: agitam-se os acampamentos noturnos daqueles que aguardam o dia.
Na noite irrompe a luz, no silêncio ressoam o canto e a festa, na gruta surge a Vida.
A leitura do Evangelho proposta pela igreja hoje é Lc 1,39-45. Nela relata o encontro de Maria e Isabel, sua prima. Esta narrativa está eivada de simbolismo: o encontro de Maria e Isabel representa o encontro entre o Antigo e o Novo Testamento.
Celebramos neste domingo a festa de Maria Imaculada. O dogma da Imaculada Conceição foi proclamado pelo Papa Pio IX, na Bula Ineffabilis Deus, no dia 8 de dezembro de 1854. Nele se afirma que Maria, à diferença dos demais seres humanos, não se viu alcançada pelo “pecado original”, sendo “imaculada” (“sem mancha”) desde o momento de sua concepção.
Leia mais Em Maria, descobrimos que todos somos imaculados(as)