A santa nas mãos de um Papa que viraria santo

A breve aparição da santa teve uma repercussão inimaginável. A cidade inteira se sentia abençoada por João de Deus, quando acolheu em suas mãos o maior de todos os ícones da mais importante procissão católica do mundo. Foi a melhor homenagem que o Papa polonês poderia ter prestado aos paraenses. Se tivesse descido do avião e, da porta da aeronave, houvesse abençoado a cidade com a santinha, a comoção da visita não caberia no coração dos fieis.

— João Carlos Pereira

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Vinho novo

Jesus critica esse rigorismo e imposição da Lei. Ele vai dizer que é como odres velhos, pois são fechados em suas tradições antigas e engessadas. Enquanto eles estiverem com suas concepções antigas sobre a Lei de Deus (formalismos rituais e doutrinários) não poderão se renovar; são incompatíveis com a Boa Nova, a novidade mostrada por Jesus (vinho novo).

— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)

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Benedicto Mello e a tela da Amazônia

Mestre da pintura em Belém, ao lado de Ruy e João Pinto Martins, foi decisivo para a implantação do pensamento renovador aqui. Era um dos vértices da Trindade Santa da arte moderna entre nós. Sem Benedicto Mello, haveria muitas páginas em branco no livro ainda não escrito, ou, se escrito, não publicado, sobre pintores paraenses do século XX.

— João Carlos Pereira

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Um coração sem distância

Inútil discutir e dar voltas: o distanciamento social veio e começou a fazer parte do nosso ritmo cotidiano; não nos resta outro remédio a não ser tomar medidas para aprender a manejá-lo e a incorporá-lo em nossa vida da maneira menos danosa possível.

O evangelho deste domingo pode nos oferecer uma inspiração neste momento dramático que vivemos.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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