Aceitar o joio nos humaniza
O rigorismo não faz parte do caminho da Graça; o caminho da graça se chama compreensão e tolerância. A melhor resposta é dar a oportunidade para que o trigo amadureça; a melhor solução é abrir possibilidade para que o joio seja transformado. É questão de saber esperar. E disso, o amor é especialista.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Metáfora messiânica do cavalo e jumento
O caminho de diálogo e de reconciliação com outros é evidente na narrativa bíblica e no relato biográfico de santo Inácio. O encontro pessoal e comunitário com Cristo através da metáfora messiânica do “cavalo e jumento” é extremamente necessário para transformação de si em tempos da crise. Cavalo e jumento são apenas imagens teológicas complementares que se entrecruzam no seguimento Cristão.
— Cyril Suresh, SJ
Não tenhais medo
Devemos temer e cuidar para não sermos covardes, incoerentes e infiéis ao projeto de Deus, senão seremos protagonistas da destruição da humanidade, seremos fadados a sofrer o “inferno” da história humana.
— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)
O ser humano está “faminto de raízes”
Na “parábola do semeador”, Jesus compara nosso interior com um campo dotado de diferentes “espécies” de terra, mas habitado por uma semente de vida. A semente é poderosa e eficaz. Mas estão em jogo nossa acolhida e nossa receptividade: podemos permanecer no nível da superfície; podemos nos deixar prender por outros interesses ou prioridades sensíveis; ou podemos nos abrir às dimensões mais profundas de nós mesmos, à nossa “terra boa”, ao nosso “bom lugar”.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Vinho novo
Jesus critica esse rigorismo e imposição da Lei. Ele vai dizer que é como odres velhos, pois são fechados em suas tradições antigas e engessadas. Enquanto eles estiverem com suas concepções antigas sobre a Lei de Deus (formalismos rituais e doutrinários) não poderão se renovar; são incompatíveis com a Boa Nova, a novidade mostrada por Jesus (vinho novo).
— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)
Um coração sem distância
Inútil discutir e dar voltas: o distanciamento social veio e começou a fazer parte do nosso ritmo cotidiano; não nos resta outro remédio a não ser tomar medidas para aprender a manejá-lo e a incorporá-lo em nossa vida da maneira menos danosa possível.
O evangelho deste domingo pode nos oferecer uma inspiração neste momento dramático que vivemos.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Transfiguração de Jesus e Transformação do Sofrimento
As narrativas bíblicas sobre a Transfiguração do Senhor Jesus estão nas leituras sinópticas de Mateus, Marcos e Lucas. E no contexto litúrgico católico, a solenidade da Transfiguração ocorre duas vezes por ano. A primeira está no segundo domingo da Quaresma e a segunda no dia 6 de agosto. Em ambas, os seguidores de Jesus Cristo são chamados a aprofundar o mistério cristão do amor e fortalecer sua fidelidade a Deus. É um exercício espiritual que pode trazer um efeito trampolim para um seguidor que se dedica sua vida num ciclo espiral da liturgia teocêntrica da encarnação, missão e paixão do Senhor Jesus Cristo.
— Pe. Cyril Seresh, SJ
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Curas e inclusões
Ao curar o servo do centurião romano e congregar o centurião no plano de salvação, Jesus ensina os judeus, cristãos, gentios e todos nós que o Reino de Deus é para todos. Todos que creem estarão sentados à mesa no Reino dos Céus, com Abraão, Isaac e Jacó.
— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)
Pedro e Paulo: duas referências inspiradoras no seguimento de Jesus
Estes dois grandes personagens (Simão e Saulo) passaram por uma profunda transformação, a partir do encontro com a pessoa de Jesus Cristo; foi um processo lento, sendo lapidados pela graça de Deus até redescobrirem uma nova identidade escondida debaixo das cinzas do auto-centramento e da prepotência; identidade que agora se expressa em novos nomes: Pedro e Paulo.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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