Categoria: Palavra de Deus

Bíblia, Sagradas Escrituras. Quando for comentário ao Evangelho de domingo, usar categoria “Comentário ao Evangelho”, no tempo litúrgico correspondente.

Comungar juntos

Muitas igrejas criaram jugos pesados que exclui as pessoas do plano de salvação de Deus. Costumamos ouvir nos púlpitos das igrejas homilias pesadas, preconceituosas, excludentes. Saímos dos cultos e missas mais desanimados do que convertidos.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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João Batista, o amigo do noivo

João, não é o Cristo; João é somente o enviado dele, aquele que se alegra com a chegada de Jesus, representado como o esposo. Esta é a simbologia do povo de Israel para ilustrar a união entre Deus e seu povo. Deus é o esposo, o povo de Israel é a noiva. João Batista é o amigo do noivo, se alegra com a sua chegada. João, conforme a profecia, anuncia a chegada do noivo, do Messias, do Cristo.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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João Batista

João, o Batista, anuncia o Messias que vai libertar o povo. Ele prepara o caminho para a chegada do Messias. Em nenhum momento João se coloca como centro. Com muita humildade ele diz: “não sou digno de desatar a correia de suas sandálias”.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)

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Shalom

Precisamos confiar, lutar, trabalhar, perseverar no Espírito para que um dia a paz de Deus triunfe.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)

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Vida familiar: entrar em sintonia com os tempos e ritmos de Deus

Jesus, no cotidiano familiar, nos revela que Ele é o homem das “grandes sínteses”: entre o particular e o universal, entre o Deus da intimidade e os irmãos da convivialidade, entre os momentos de cuidado de si e as ocasiões de solidariedade, entre sua interioridade e sua abertura a todos sem restrição, entre ação e contemplação...

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Como chegar a Belém sem passar pelos centros comerciais?

Em Belém seremos pacificados de nossas ansiedades de fazer mais e de ter mais, de nossas aspirações de poder e vaidade, de nossas pressas e de nossos estresses; se permanecermos em silêncio ali, diante do menino deitado no presépio, brotará em nós um desejo profundo de sermos mais humanos, de sermos aquilo que já somos e que se faz visível no rosto aberto daquela criança; ao mesmo tempo, brotará um desejo de venerar cada ser humano, de contemplá-lo em seu interior, esse lugar ainda não profanado em cada pessoa, o lugar de sua infância e de sua inocência.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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