Talentos
Hoje, mais do que nunca, precisamos fazer acontecer o Reino de Deus aqui na terra. Como? Ouvindo os gritos dos excluídos. Daqueles que não têm terra, teto e trabalho.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Hoje, mais do que nunca, precisamos fazer acontecer o Reino de Deus aqui na terra. Como? Ouvindo os gritos dos excluídos. Daqueles que não têm terra, teto e trabalho.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Jesus conta três parábolas: da árvore boa e ruim, do tesouro bom e ruim e do homem que constrói a casa sobre a rocha. Nestas parábolas há elementos comparativos para ensinar como deve ser e fazer o bom cristão: deve ser a árvore boa, os frutos bons, o bom tesouro e o bom construtor.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
O relato deste domingo ocupa um lugar central e decisivo no evangelho de Marcos. Jesus sempre teve uma presença original e instigante no contexto social e religioso de seu tempo; sua atuação provocava diferentes reações e ninguém podia ficar “indiferente” diante do seu modo de ser e viver.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O evangelho deste domingo condensa vários aspectos que se oferecem a nós como luz para desvelar o lugar e a importância dos nossos sentidos. Neste relato encontramos Jesus peregrino, fora de seu país, atravessando terra estrangeira, um espaço habitado por “pagãos”, por aqueles que não professam a fé no Deus de Israel. Jesus, com todos os seus sentidos ativos, quebra distâncias e se faz próximo do diferente, daquele que é rejeitado por não ter as mesmas ideias, a mesma religião, a mesma cultura...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Jesus nos coloca a todos diante deste dilema: o que vem em primeiro lugar, os ritos religiosos ou o compromisso com a vida dos mais vulneráveis e excluídos? O mais importante é o ritual religioso ou a experiência humana de encontro, convivência, serviço...?
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Jesus está falando para as multidões e discípulos. São críticas contundentes contra os religiosos responsáveis em conduzir os fiéis para a prática da Lei de Deus: eles têm o conhecimento literal da Bíblia (Torá): “estão sentados na cátedra de Moisés”; porém, na prática, são hipócritas (Mt 23,27ss), pois vivem de forma contrária à Lei. Vivem das aparências.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Segundo o evangelista João, Jesus resume assim a crise que vai se estabelecendo em seu grupo: “As palavras que vos falei são espírito e vida”. Jesus desperta um “espírito novo” naqueles que o seguem; suas palavras tem um peso e ativam vida; são palavras inspiradoras porque brotam do mais profundo do seu coração; são palavras provocativas, que colocam em questão o verdadeiro motivo daqueles que o seguem.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Aqui na terra, as crianças, os pobres no espírito, os que promovem a justiça nos ensinam a construir e viver os sinais do Reino. Cabe a nós ter o discernimento para compreender essas coisas e compreender como fazê-las.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
No seu Magnificat Maria canta e faz memória de sua própria história e a de seu povo, à luz da santidade e da misericórdia divinas; no “hoje eterno de Deus” tudo adquire sentido, tudo é relido e ressignificado.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Os Evangelhos dizem que Jesus peregrinou anunciando o projeto de Deus. E este projeto diz respeito a mudanças significativas da maneira de ver o mundo e de viver. Jesus ensinou o projeto de inclusão, de acolhida e pediu para que seus seguidores e seguidoras permanecessem fiéis a este projeto. E não exige muito: a fé pode ser do tamanho de um grão de mostarda.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)