Categoria: Palavra de Deus

Fazer memória dos mortos é abrir-nos à surpresa do “Deus dos vivos”

Fazer memória dos entes queridos que já fizeram a travessia para a plenitude, nos situa diante desta realidade: todos morremos sozinhos, mas morremos, ao mesmo tempo, para todos e com todos, na grande corrente de Vida da qual todos procedemos, na qual todos pós-vivemos; ou seja, retornamos ao coração d’Aquele a quem Jesus chamou Deus dos Vivos, não de mortos.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Comensalidade e solidariedade

No Reino de Deus busca-se servir, partilhar, comer juntos e comungar a vida. Isto é estar em pé de igualdade, é serem irmãos na partilha. A partilha da comida é muito significativa na caminhada de ensino para Jesus, pois significa a comensalidade.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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O salto para o encontro

A imagem do cego à beira do caminho se revela como instigante e provocativa: muitas vezes, nossa vivência do seguimento de Jesus pode cair no marasmo, sonolência, estagnação, medo, repetição, inércia e fixismo. Mas ela pode ser conduzida também com sabedoria e imaginação; há um momento em que é preciso “dar o salto”: isso requer coragem, ousadia, agilidade e mobilidade para ir adiante na longa jornada que a vida nos apresenta.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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O que devo fazer?

O episódio do encontro de Jesus com o jovem rico (Mc 10,17-30) é conhecido. No passado, o entendi como uma crítica do apego aos bens materiais, um pouco no estilo da sentença “Não se pode servir a Deus e ao dinheiro”. Já hoje, o texto me disse muito mais.

— Luciano Fazio

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Felizes

"Felizes as entranhas que te trouxeram e os seios que te amamentaram!".
A mulher dentre a multidão reconhece Jesus, apesar de muitos confundirem-no como enviado de Belzebu (cf. Lc 11,15) ou não acreditar em sua messianidade (v.16).

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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Um olhar carregado de amor ou Amor no olhar

O encontro com o homem rico é também um chamado, um convite ao discipulado, mas que não será acolhido. Neste encontro, Jesus “fixou nele seu olhar e movido pelo amor a ele”, o convidou a segui-lo. O olhar intenso de Jesus se expressa nos dois verbos principais, “amou” e “disse”. Não é um olhar qualquer, mas um olhar atravessado pelo amor e estreitamente vinculado a um projeto de futuro.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Ekklesia

A leitura de hoje (Mt 18,1-5.10) é início da série de discursos de Jesus voltados para a comunidade cristã que é a nova igreja do povo de Deus (a ekklesia).

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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