Reino dos Céus
A leitura de hoje é Mt 10,7-13. Está no contexto em que Jesus envia os apóstolos para a missão de viver e de anunciar o Reino de Deus: “proclamai que o Reino dos Céus está próximo”.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
A leitura de hoje é Mt 10,7-13. Está no contexto em que Jesus envia os apóstolos para a missão de viver e de anunciar o Reino de Deus: “proclamai que o Reino dos Céus está próximo”.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Neste domingo, a Igreja celebra a Festa da Santíssima Trindade. Parece que celebramos algo estranho e distante de nossa compreensão. No entanto, a festa da Trindade nos mobiliza para uma nova maneira de viver e de nos relacionar com o Deus de Jesus, cuja presença preenche o cosmos, irrompe na nossa vida, habita criativamente no interior de cada um de nós e é vivido em comunidade.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Leia mais “A Santíssima Trindade é a melhor comunidade” (CEBs Brasil)
A leitura de hoje é Jo 21,20-25. João encerra seu Evangelho ressaltando os valores do discipulado de Jesus: seguir e testemunhar Jesus e permanecer fiel ao seu projeto de vida.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
A liturgia da festa de Pentecostes deste ano nos situa no momento do encontro do Ressuscitado com seus discípulos, literalmente “trancados” numa sala, incapazes de romper seus medos, marcados por uma profunda tristeza e decepção.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Estamos na sexta semana da páscoa, período litúrgico para falar sobre o Jesus Ressuscitado, elevado ao Pai. E as leituras em João são oportunas, pois o Evangelho aprofunda sobre o conhecimento de Jesus e o sentido da sua missão aqui neste mundo.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Segundo o relato de Lucas, na Ascenção, Jesus “desaparece” em Deus; Ele não se afasta da humanidade, mas continua presente de uma outra maneira: junto com o Pai e o Espírito faz sua “morada” no interior de cada pessoa.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Leia mais Ascensão: Bênção que se espalha sobre a humanidade
Lembremos sempre que Jesus foi perseguido e assassinado porque ele foi uma pessoa extremamente comprometida com as periferias existenciais do seu tempo e levava para elas ensinamentos de construção de um mundo mais justo e de igualdade. Lembremos que a atitude de Jesus era política.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Neste último domingo de Páscoa a liturgia, mais uma vez, nos faz ter acesso a um trecho do discurso de despedida de Jesus, no evangelho de São João. Na realidade, trata-se de um “discurso pascal”, onde o evangelista recolhe os dons principais revelados pelo Ressuscitado: vida, amor, paz, fé, Espírito Santo.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A leitura do Evangelho hoje é Jo 15,9-17. Ela nos ensina como Jesus encara sua missão como manifestação de amor: "Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos"(Jo 15,13). Jesus mostra que o Pai é a fonte desse amor que o impele a amar os irmãos. E quer que nós copiemos esse modelo e vivemos o amor fraterno: "amai-vos uns aos outros".
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Só há um mandamento, não há outro: amar os outros, não de qualquer maneira, mas como Jesus nos amou. Ou seja, manifestar esse amor que é Deus, em nossas relações com os outros.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ