Mário “Cuia”, Chico Buarque e uma história contada por Zeno Veloso

A historiadora do carnaval carioca sabia identificar as diferenças sócio-econômicas da festa. Na Zona Sul, os moradores faziam uma vaquinha, construiam um palanque e dançavam lá dentro, como se fossem coretos. Na Zona Norte residia a tradição, o verdadeiro carnaval de rua, com casais fantasiados de caveira, por exemplo, namorando.

— João Carlos Pereira

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Confidências

Guarda-me, Senhor, fiel em teus caminhos.
Firma-me, Senhor, em tua Aliança.
Liberta-me, Senhor,
em Ti minha esperança.

— Frei Domingos, O.P
— Frei Carlos Mesters, O.Carm

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Visitar

Deus visita cotidianamente a todos nós. Cabe a nós a sensibilidade de perceber a presença de Deus para além das aparências, no nosso cotidiano e nas pessoas. Somos também presença de Deus quando estamos a serviço para construção do Reino, quando visitamos o outro, quando o acolhemos.

— Simone Furquim Guimarães
(Cebi/DF)

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Tocar nas vestes de Jesus

Em tempos como esses em que estamos vivendo, ser colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, lágrima que corre, e amor que promove é algo de grandioso e de uma beleza insuperável. Mais ainda, experimentar e sentir tudo isso.

— Lylia Diógenes

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Tanta gente que explodiu. Tantas vidas pelas ruas.

Existia um senhor que batia à nossa porta, um português, oferecendo peixe e camarão. Naquela época, não havia geladeiras como as de agora, elétricas. Lembro da caixa recheada com gelo em escama, comprado na fábrica Guarany, nossa vizinha, depois substituída por uma geladeira movida a querosene. Comprávamos tudo fresquinho, sem precisar ir ao mercado. “Seu” Peixe Camarão era o fornecedor de mariscos, num tempo em que não se falava em frutos do mar.

— João Carlos Pereira

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