Vencer o medo
Descobrimos que Jesus é o verdadeiro pão que se oferece e que devemos partilhar. Partilhar através do anúncio e também da vivência do Evangelho. Esse é o modo de vencermos o medo.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Descobrimos que Jesus é o verdadeiro pão que se oferece e que devemos partilhar. Partilhar através do anúncio e também da vivência do Evangelho. Esse é o modo de vencermos o medo.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
A “carteira de identidade” de Jesus não é um cartão nem papéis, mas suas mãos e pés chagados. É curioso que os grandes sinais que tornam possível acreditar que Jesus está vivo sejam suas mãos e seus pés. É curioso que os grandes sinais que nos fazem acreditar na Páscoa sejam as mãos e os pés feridos e chagados.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Leia mais Ressurreição: a arte de recompor o que foi quebrado
Inicia dizendo que Maria Madalena foi a primeira a ver o Cristo ressuscitado. E Jesus repreende os onze discípulos por não acreditar no testemunho de Maria Madalena e de outros dois seguidores. A missão dos cristãos é de anunciar, mas como anunciar se não acreditam na ressurreição?
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
O diálogo constitui uma das experiências humanas mais antigas e reveladoras de nosso ser profundo. Ele não se reduz a um mero intercâmbio de palavras; é um processo essencialmente ativo, inerente à nossa natureza relacional, cuja finalidade última é viver a experiência do encontro.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Uma palavra que marca todo o Evangelho de Marcos é o “medo”, pois o Evangelho é vivido e escrito no período da guerra judaica romana, da dizimação da maior parte dos judeus pelo império romano. O Evangelho é marcado pelo medo da morte.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Domingo de Páscoa
As mulheres revelaram uma presença fundamental nos relatos da Páscoa. Elas seguiram e serviram a Jesus com seus bens pelos caminhos da Galileia e permaneceram fiéis até o final, até a Cruz. São testemunhas, como tantas mulheres de hoje, da fidelidade nas situações limite, onde o que lhes toca fazer é estar e acompanhar, na sua impotência e luto, até que emerja o inédito. São testemunhas da semente do amor entregue, que, embora invisível no ventre da terra, vai pouco a pouco abrindo caminho para a luz, afastando pedras e abrindo espaços, dando à luz o novo, porque o Deus de Jesus não é um Deus de mortos, mas de vivos.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Sábado da Semana Santa
O Sábado Santo é um dia de penumbra: entre a sombra da Sexta-feira e a luz do Domingo. É o dia do luto e da possível boa notícia, da espera e da esperança. É o dia dedicado à solidão de Maria, o “dia não-litúrgico”. É o dia em que Jesus “desce” à morada dos mortos, na obscuridade mais absoluta.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Leia mais “… depois, rolou uma pedra na entrada do túmulo” (Mc 15,46)
Sexta-feira da Semana Santa
A Cruz se revela como a expressão mais radical do diálogo amoroso de Deus: um diálogo sem palavras, mas ela é a mais eloquente, pois fala de entrega, de solidariedade, de fidelidade total...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Quinta-feira da Semana Santa
A cena do lava-pés revela profundidade e delicadeza, mútuo dom e acolhimento, comunhão e pressentimento. É um gesto profético, repleto de generosidade e de humildade.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Quarta-feira da Semana Santa
Jesus quer cear com os seus amigos e por isso precisam encontrar uma sala na qual haja espaço para estar juntos. O ritual pascal dá lugar aos gestos simples que se fazem entre amigos: partilhar o pão, beber da mesma taça, desfrutar da mútua intimidade, entrar no clima das confidências...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ