O medo à mudança esvazia qualquer “boa notícia”
Jesus foi “deletado da sinagoga” porque ousou pensar de maneira diferente; o seu anúncio e as suas opções rompiam com esquemas mentais arcaicos e petrificados.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Jesus foi “deletado da sinagoga” porque ousou pensar de maneira diferente; o seu anúncio e as suas opções rompiam com esquemas mentais arcaicos e petrificados.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Como cristãos devemos resgatar a imagem de Deus a partir de Jesus de Nazaré, de suas práticas de acolhimento e respeito; revelando que Deus é amor e que seu projeto é de defesa e promoção da dignidade e da vida nas situações bem concretas das pessoas.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
O evangelista Marcos, neste domingo, nos situa diante de duas mulheres, ambas no limite da vida: a hemorroíssa leva doze anos enferma (o tempo de maturação de uma mulher), e a adolescente que está no desabrochar da vida (doze anos é a entrada na vida adulta, conforme a visão desse tempo). São suas feridas que as conduzem para o interior do amor de Deus. Por essa abertura, elas se sentem aceitas e amadas.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O Evangelho de hoje provoca-nos a pensar sobre as consequências de nossas opções de vida. Estamos dando mais valor ao ser ou ao ter, aos bens deste mundo ou aos bens do céu (que são as coisas de Deus)?
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
O evangelho deste domingo fala de movimento, de deslocamento em direção a outras perspectivas, de saída dos próprios espaços de proteção e segurança, para acolher outras vidas, outras histórias, abrir-se ao novo, ao diferente. Que significa, para cada um, a outra margem?
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A leitura de hoje encerra o relato da infância de Jesus. Seguindo a tradição religiosa, os pais levam-no a Jerusalém, aos doze anos de idade; fase em que a criança é iniciada na “catequese” religiosa. E Jesus impressiona os mestres do Templo, os ouvintes e até seus pais por sua sabedoria. Jesus, então, inicia sua vida pública aos doze anos, segundo Lucas.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Os evangelhos estão cheios de referência à vida. As sementes também nos falam de vida. Um grão de trigo, um grão de mostarda são sementes humildes, pequenas, mas cheias de vida. A vida da semente é calada, silenciosa, paciente: vai crescendo pouco a pouco, desenvolvendo toda sua vitalidade.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Uma devoção ao Coração de Jesus que não nos conduz a estabelecer novas relações humanas, prolongando o modo humano de ser e de viver de Jesus, torna-se uma devoção vazia, estéril, marcada por uma piedade alienante e alienada.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
que era conhecida por ser viúva, ou seja, por antes pertencer a um homem e agora, na condição de viúva, estar na pobreza.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Situar-nos no círculo do seguimento Jesus implica acolher a diversidade das pessoas que compõem este mesmo círculo; isso permite nos enriquecer, adquirir mais humanismo. Diferença é expressão inerente ao ser humano, é modo de pensar, de dizer, de trabalhar, de existir e de conviver.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ