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IGNATIANA é um blog de produção coletiva, iniciado em 2018. Chama-se IGNATIANA (inaciana) porque buscamos na espiritualidade de Inácio de Loyola uma inspiração e um modo cristão de se fazer presente nesse mundo vasto e complicado.

Espiritualidade da Sustentabilidade

A encíclica Laudato Si nos propõe, em sua essência, uma espiritualidade da sustentabilidade. Podemos começar a entrar nesta espiritualidade por meio do livro do Gênesis, que nos coloca, os seres humanos, como representantes de Deus perante a criação. Nem sempre agimos assim, e então chegamos ao século XXI com uma gigantesca crise ambiental.

Mística do século XXI #21

— Luiz Fernando K. Merico

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Vencer o medo

Descobrimos que Jesus é o verdadeiro pão que se oferece e que devemos partilhar. Partilhar através do anúncio e também da vivência do Evangelho. Esse é o modo de vencermos o medo.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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Fé na ressurreição

Inicia dizendo que Maria Madalena foi a primeira a ver o Cristo ressuscitado. E Jesus repreende os onze discípulos por não acreditar no testemunho de Maria Madalena e de outros dois seguidores. A missão dos cristãos é de anunciar, mas como anunciar se não acreditam na ressurreição?

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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Colaborar com a Criação

Jamais estivemos, como humanidade, frente a frente com os limites da biosfera. Jamais estivemos a ponto de destruir em escala tão ampla a delicada e intrincada teia da vida que nos sustenta. Por isso que, além da ética da sustentabilidade, estas ameaças exigem também uma reflexão à luz da espiritualidade. Mexe com nossa espiritualidade porque não é possível dissociar a espiritualidade do mundo circundante, da realidade que nos rodeia.

Mística do século XXI #20

— Luiz Fernando K. Merico

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O perfume da nova vida ressuscitada

Domingo de Páscoa

As mulheres revelaram uma presença fundamental nos relatos da Páscoa. Elas seguiram e serviram a Jesus com seus bens pelos caminhos da Galileia e permaneceram fiéis até o final, até a Cruz. São testemunhas, como tantas mulheres de hoje, da fidelidade nas situações limite, onde o que lhes toca fazer é estar e acompanhar, na sua impotência e luto, até que emerja o inédito. São testemunhas da semente do amor entregue, que, embora invisível no ventre da terra, vai pouco a pouco abrindo caminho para a luz, afastando pedras e abrindo espaços, dando à luz o novo, porque o Deus de Jesus não é um Deus de mortos, mas de vivos.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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