Compromisso
Não Te quero amar
Como amo a quase tudo que gosto,
Um amor lento…
Como o tempo a passar.
Amar imperceptível
Como a vida escoando.
— Cléria d'Almeida Córdova
IGNATIANA é um blog de produção coletiva, iniciado em 2018. Chama-se IGNATIANA (inaciana) porque buscamos na espiritualidade de Inácio de Loyola uma inspiração e um modo cristão de se fazer presente nesse mundo vasto e complicado.
Não Te quero amar
Como amo a quase tudo que gosto,
Um amor lento…
Como o tempo a passar.
Amar imperceptível
Como a vida escoando.
— Cléria d'Almeida Córdova
É urgente uma conversão ecológica que seja capaz de construir uma nova cultura, pautada na vida integral dos seres humanos e do meio ambiente. Para isso, o princípio do bem comum e da solidariedade torna-se o horizonte de construção de uma nova civilização.
Mística do século XXI #25
— Luiz Fernando K. Merico
Como cristãos devemos resgatar a imagem de Deus a partir de Jesus de Nazaré, de suas práticas de acolhimento e respeito; revelando que Deus é amor e que seu projeto é de defesa e promoção da dignidade e da vida nas situações bem concretas das pessoas.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
O evangelista Marcos, neste domingo, nos situa diante de duas mulheres, ambas no limite da vida: a hemorroíssa leva doze anos enferma (o tempo de maturação de uma mulher), e a adolescente que está no desabrochar da vida (doze anos é a entrada na vida adulta, conforme a visão desse tempo). São suas feridas que as conduzem para o interior do amor de Deus. Por essa abertura, elas se sentem aceitas e amadas.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Publicação semanal da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE)
24 jun 2021
O Evangelho de hoje provoca-nos a pensar sobre as consequências de nossas opções de vida. Estamos dando mais valor ao ser ou ao ter, aos bens deste mundo ou aos bens do céu (que são as coisas de Deus)?
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
O evangelho deste domingo fala de movimento, de deslocamento em direção a outras perspectivas, de saída dos próprios espaços de proteção e segurança, para acolher outras vidas, outras histórias, abrir-se ao novo, ao diferente. Que significa, para cada um, a outra margem?
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Publicação semanal da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE)
A leitura de hoje encerra o relato da infância de Jesus. Seguindo a tradição religiosa, os pais levam-no a Jerusalém, aos doze anos de idade; fase em que a criança é iniciada na “catequese” religiosa. E Jesus impressiona os mestres do Templo, os ouvintes e até seus pais por sua sabedoria. Jesus, então, inicia sua vida pública aos doze anos, segundo Lucas.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Os evangelhos estão cheios de referência à vida. As sementes também nos falam de vida. Um grão de trigo, um grão de mostarda são sementes humildes, pequenas, mas cheias de vida. A vida da semente é calada, silenciosa, paciente: vai crescendo pouco a pouco, desenvolvendo toda sua vitalidade.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ