Lava-pés: deslocamento que amplia a visão da vida

No Evangelho desta Quinta-feira Santa, Jesus, com sua original sabedoria, nos oferece uma outra perspectiva de vida. Sem dúvida alguma, Jesus era um provocador, no sentido etimológico da palavra, (pro-vocar: chamar para frente, desinstalar), que motivava as pessoas a verem as coisas a partir de uma perspectiva diferente da que era habitual.

[Meditação para a quinta-feira santa]

Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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“Em tua casa vou celebrar a ceia pascal…”

Chama-nos a atenção, no Evangelho proposto para hoje, a maneira como Jesus indicou aos discípulos o local onde queria que a Ceia fosse celebrada. Jesus mandou-os seguir um homem que encontrariam à entrada da cidade. Junto a personagens conhecidos nos Evangelhos, outros, sem rosto, nem identidade, nem protagonismo, surgem inesperadamente, deixando sua “marca”, como o desconhecido homem que emprestou sua casa para que Jesus e seus discípulos pudessem celebrar a Páscoa.

[Meditação para a quarta-feira da Semana Santa]

Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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A despedida com rosto de ternura

Judas se tornou o símbolo da traição porque fazia parte do grupo íntimo dos apóstolos. Foram anos de convivência nas mesmas caminhadas, nas noites ao relento, nas pregações, nas refeições simples do dia-a-dia e nas festas. Jesus e Judas viviam elos de amizade, de confiança, de esperança entre si.

[Meditação para a terça-feira da Semana Santa]

Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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O canário francês e a passarinhada paraense

Acho que o desejo de liberdade que trago dentro de mim não é apenas coisa de agora, conhecida depois de muito haver penado pelos vales da representação, onde tudo tem de parecer perfeito, fruto de um mergulho profundo nos meus medos e na operação arranca-máscara à que me submeti. Ele vem dessa época, quando, sem saber a razão, sofria ao ver os passarinhos se batendo dentro da gaiola, de um lado para o outro, descrevendo um voo inútil e amargurado.

Diário de um desespero – ou quase - XIII

João Carlos Pereira

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Colcha de retalhos

Nossa Semana Santa deverá ser de muita união e reflexão em torno das narrativas sobre a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo; e, com sabedoria, podermos perceber os sinais de Deus para nós, para a construção de uma sociedade mais humana, solidária, da construção do Bem Viver, do cuidado com todos e com a natureza. Tudo isso se faz necessário para vencermos os poderes da morte e celebrarmos a vida em abundância!

Simone Furquim Guimarães

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A opção de ser livre, com ou sem coronavírus

Esse tempo de graça e de reconciliação, que os católicos conhecem (e infelizmente não valorizam tanto) chamado de Quaresma, foi ampliado para todos, sob o nome de pandemia. A travessia de 40 dias – tudo a ver, simbolicamente, com quarentena – deve levar o homem a uma passagem que, metaforicamente, se dá na Páscoa, como transição de uma vida antiga para uma nova.

Diário de um desespero – ou quase - XII

João Carlos Pereira

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Ramos: a Vida abre passagem

Somos convidados a viver a mística dos profetas nas grandes cidades. O místico não se cansa de ser sinal de esperança e testemunha do Deus da Vida no meio das contradições da cidade. Na cidade somos chamados a abrir nossas casas e estarmos sempre prontos para receber os desafios que vem da rua.

Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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