Memórias e saudade de um santinho casamenteiro

Vicente Joaquim Zico contava apenas 53 anos, quando dormiu padre e acordou Bispo. Na verdade, Arcebispo. Essa progressão significa, em termos práticos, subir cinco degraus de uma vez só na hierarquia da Igreja. Ele chegou a Belém como Arcebispo-coadjutor, com pleno direito à sucessão no comando da Arquidiocese. Na prática, era um vice em preparação para a titularidade.

— João Carlos Pereira

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Quando o tesouro e a pérola nos encontram

As parábolas são uma expressão de surpresa diante da vida, que nos ultrapassa sempre, fazendo-nos capazes de pensar de um modo diferente, captar o outro lado da realidade concreta e abrir-nos à dimensão da transcendência. Dessa forma, elas recolhem e des-velam a vida real dos homens e mulheres de cada tempo, movendo-os a assumir uma atitude mais aberta e mais comprometida com a situação onde estão envolvidos. Isso significa acolher o dom e a missão do Reino.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Aceitar o joio nos humaniza

O rigorismo não faz parte do caminho da Graça; o caminho da graça se chama compreensão e tolerância. A melhor resposta é dar a oportunidade para que o trigo amadureça; a melhor solução é abrir possibilidade para que o joio seja transformado. É questão de saber esperar. E disso, o amor é especialista.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Metáfora messiânica do cavalo e jumento

O caminho de diálogo e de reconciliação com outros é evidente na narrativa bíblica e no relato biográfico de santo Inácio. O encontro pessoal e comunitário com Cristo através da metáfora messiânica do “cavalo e jumento” é extremamente necessário para transformação de si em tempos da crise. Cavalo e jumento são apenas imagens teológicas complementares que se entrecruzam no seguimento Cristão.

— Cyril Suresh, SJ

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