Meu Deus, se os homens te conhecessem!
As pessoas sinais são pobres, vazias de si, porém confiantes, cheias do Deus da vida, que transbordam alegria.
São puro DOM!
— Pe. Manuel E. Iglesias, SJ (1933-2020)
As pessoas sinais são pobres, vazias de si, porém confiantes, cheias do Deus da vida, que transbordam alegria.
São puro DOM!
— Pe. Manuel E. Iglesias, SJ (1933-2020)
As pessoas sinais são pobres, vazias de si, porém confiantes, cheias do Deus da vida, que transbordam alegria.
São puro DOM!
— Pe. Manuel E. Iglesias, SJ (1933-2020)
A consolação espiritual é muito mais que uma coisa ou um sentimento nosso. É uma experiência de encontro e comunhão com o próprio Deus trino, o Deus das consolações, fonte trinitária das águas vivas.
— Pe. Manuel E. Iglesias, SJ (1933-2020)
Constatar e reconhecer o fenômeno do aborto não significa legitimar o aborto. Fechar os olhos sobre um fenômeno que se condena nem sempre é a melhor maneira de lhe aplicar remédios ou de lhe diminuir a importância do mesmo. De qualquer maneira, tentar disciplinar abertamente um fenômeno que ninguém pode eliminar não significa necessariamente encorajamento do mesmo.
— Thierry Linard de Guertechin, SJ
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Uma pessoa sensível, um jesuíta bom, um missionário inculturado, um espiritual profundo, um ser humano inteiro e simples... um homem de Igreja, um homem de Deus! Confesso que convivi com um santo do cotidiano... Que Iglesias, agora mais juntinho do Senhor, interceda por nós!
Preferiste ser chamado de IGLESIAS,
como a filho de MÃE sempre querida;
continua a ser bom Pai nas pelejas,
para nós sendo sempre uma guarida!
— Pe. Paulo Lisbôa, SJ
Jesus está a “caminho”. E nesse caminho, ensina a multidão e seus discípulos os mistérios do Reino de Deus por meio da “parábola do semeador”. Esta parábola aponta para as pessoas que acolhem ou não o Evangelho e também para as que semeiam o Evangelho, pois, a parábola do semeador está no contexto em que Jesus sai em missão, peregrinação por vários “caminhos”
— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)
Como toda parábola, também o evangelho deste domingo é profundamente provocador, pois nos introduz em um mundo de contradição, nos confunde e nos faz clamar por um pagamento mais equitativo, mais “justo”. A maneira de proceder do proprietário da vinha transtorna os esquemas razoáveis do sistema econômica no qual nos movemos, centrado na competição e na produção. Contexto que acaba alimentando a comparação e fazendo emergir a inveja doentia que dá um sabor amargo às relações pessoais.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ