Alegria de gratidão
Que neste período do Advento seja tempo propício (tempo kairós, tempo de Deus) para atendermos o chamado de Jesus e seguir o seu caminho!
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
Que neste período do Advento seja tempo propício (tempo kairós, tempo de Deus) para atendermos o chamado de Jesus e seguir o seu caminho!
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
O tempo do Advento nos inspira a despojar-nos de capas ridículas que nos cobrem, para deixar aflorar nossa verdade desnuda, nosso “eu original”. É preciso atrever-nos a ser nós mesmos, a partir do mais interior e nobre.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Que neste período do Advento seja tempo propício (tempo kairós, tempo de Deus) para atendermos o chamado de Jesus e seguir o seu caminho!
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
Neste Advento, não somos simples espectadores, mas, sim, criadores de futuro, ou seja, de nós mesmos, em Deus. Unidos por uma esperança compartilhada, queremos ser pessoas de Advento, sabendo que nossa história não está escrita nem fixada ainda, mas que nós mesmos vamos traçando-a, enquanto Deus percorre seu caminho em nós e por nós.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Jesus adverte à vigilância e oração para não pesar os corações e estarmos preparados para a vinda do Filho do Homem. Na Bíblia, o coração simboliza a mente, é entendido como a fonte dos pensamentos, da sabedoria.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
Ao adentrarmos, mais uma vez, no tempo do Advento, sentimos ressoar, no mais íntimo, a voz do Mestre da Galileia, que nos convida a estar vigilantes e atentos, a viver despertos...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Nos dois primeiros capítulos de Mateus, temos a Boa Notícia de que os povos negros fizeram parte da formação de Jesus e participaram de seu nascimento e de sua infância.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
Toda a cena do juízo final se concentra em um diálogo longo entre o juiz, o “Filho do Homem”, e dois grupos de pessoas: aqueles que aliviaram o sofrimento dos mais necessitados e aquele que, insensíveis, negaram-lhes ajuda.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A leitura proposta pela igreja hoje é Lc 18,1-8. É uma parábola em que Jesus mostra dois personagens: um juiz que “não teme a Deus” e “não respeita as pessoas”; é um homem surdo à voz de Deus e indiferente aos sofrimentos dos oprimidos. De outro lado, a parábola fala de uma viúva que tem fé e que protesta, pedindo justiça, apesar da insensibilidade do juiz.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
A parábola dos talentos é muito mais um protesto contra uma estrutura social e religiosa centrada na cultura do prêmio/castigo, inclusão/exclusão, competente/incompetente...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ