Diminuir, para que Jesus possa crescer
Hoje, João Batista abre os olhos de todas as instituições religiosas. O papel das igrejas é de indicar para nós o caminho da verdade e da vida.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
IGNATIANA é um blog de produção coletiva, iniciado em 2018. Chama-se IGNATIANA (inaciana) porque buscamos na espiritualidade de Inácio de Loyola uma inspiração e um modo cristão de se fazer presente nesse mundo vasto e complicado.
Hoje, João Batista abre os olhos de todas as instituições religiosas. O papel das igrejas é de indicar para nós o caminho da verdade e da vida.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Jesus desce ao profundo das águas de nossas fragilidades humanas; Ele compartilha conosco a densidade de nossa história e de nossas histórias pessoais.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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Retiro Quaresmal 2022 — vendas nas Edições Loyola
Estamos celebrando no tempo litúrgico a Oitava de Natal, que é o tempo de meditar tudo que ouvimos, vimos e conforme nos disseram as Escrituras, tanto no período do Advento como no ápice do Natal.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
A chave da celebração da Epifania é a universalidade da mensagem. No Natal nos encontramos com o “Deus encarnado”; hoje celebramos o “Deus manifestado”. E a manifestação de Deus é universal, enquanto ao tempo e enquanto ao espaço, ou seja, Ele está continuamente se manifestando e se manifesta em toda a Criação e em toda a humanidade.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O ano já vai finalizando. Nasce um novo ano, e com ele, uma nova oportunidade para a humanidade construir solidariedade dentro de nossa casa comum. É um bom momento para refletirmos sobre o nascimento de um novo ser humano em nós. Um ser humano baseado em uma ética profunda.. a que respeita nosso ambiente que nos sustenta e nos chama a solidariedade com todos os seres vivos e com as futuras gerações.
Mística do século XXI #31
— Luiz Fernando K. Merico
Se a memória da mente é a lembrança, a do coração encontra expressão na gratidão. Afinal, ser grato é uma forma de memória: memória agradecida, redentora. Normalmente, vivemos inúmeras bênçãos diárias que esquecemos. Quanto maior a memória do coração mais ele poderá nos mostrar o quanto somos gratos.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A alegria cristã não é uma alegria que se constrói à margem da realidade, ignorando-a ou fazendo de conta que não existe.
Deus fez a opção de nascer na pobreza e, na sua vida pública, fez opção pelos pobres e necessitados, para que possamos encontrar, sobretudo naqueles que sofrem, a imagem de Deus, amando-os, compadecendo-nos e sendo solidários com eles.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)