Advento: “sentir o tempo”
Ao adentrarmos, mais uma vez, no tempo do Advento, sentimos ressoar, no mais íntimo, a voz do Mestre da Galileia, que nos convida a estar vigilantes e atentos, a viver despertos...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
IGNATIANA é um blog de produção coletiva, iniciado em 2018. Chama-se IGNATIANA (inaciana) porque buscamos na espiritualidade de Inácio de Loyola uma inspiração e um modo cristão de se fazer presente nesse mundo vasto e complicado.
Ao adentrarmos, mais uma vez, no tempo do Advento, sentimos ressoar, no mais íntimo, a voz do Mestre da Galileia, que nos convida a estar vigilantes e atentos, a viver despertos...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Esta Nossa Senhora da Amazônia é curiosa. Ela foi desenhada por uma jovem de 23 anos chamada Lara Denys, que venceu um concurso nacional para escolher os contornos da Senhora amazônica. Seu vestido traz uma estampa simples, baseada na arte dos indígenas Waimiri-Atroari.
— João Carlos Pereira
Meu coração sempre desejou um grande amor.
Tinha sim, tantos amores,
Minha vida tinha entrega,
Tinha doação;
Mas foi na Oração,
Que encontrei o Caminho
Para a Morada do Amor.
— Cléria d'Almeida Córdova
Nos dois primeiros capítulos de Mateus, temos a Boa Notícia de que os povos negros fizeram parte da formação de Jesus e participaram de seu nascimento e de sua infância.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
Toda a cena do juízo final se concentra em um diálogo longo entre o juiz, o “Filho do Homem”, e dois grupos de pessoas: aqueles que aliviaram o sofrimento dos mais necessitados e aquele que, insensíveis, negaram-lhes ajuda.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Leonam Gondim da Cruz foi um homem raro. Era amigo queridíssimo, grande poeta e sábio. Um dos homens mais generosos e, ao mesmo tempo, mais desligados que conheci. Sua bondade era tamanha, que este pequeno defeito passava despercebido. Leonam poderia ser chamado de advogado dos pobres.
— João Carlos Pereira
A leitura proposta pela igreja hoje é Lc 18,1-8. É uma parábola em que Jesus mostra dois personagens: um juiz que “não teme a Deus” e “não respeita as pessoas”; é um homem surdo à voz de Deus e indiferente aos sofrimentos dos oprimidos. De outro lado, a parábola fala de uma viúva que tem fé e que protesta, pedindo justiça, apesar da insensibilidade do juiz.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
A parábola dos talentos é muito mais um protesto contra uma estrutura social e religiosa centrada na cultura do prêmio/castigo, inclusão/exclusão, competente/incompetente...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Meu coração sempre desejou um grande amor.
Tinha sim, tantos amores,
Minha vida tinha entrega,
Tinha doação;
Mas foi na Oração,
Que encontrei o Caminho
Para a Morada do Amor.
— Cléria d'Almeida Córdova