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IGNATIANA é um blog de produção coletiva, iniciado em 2018. Chama-se IGNATIANA (inaciana) porque buscamos na espiritualidade de Inácio de Loyola uma inspiração e um modo cristão de se fazer presente nesse mundo vasto e complicado.

Ensinamento com a marca da compaixão

Ao ver a multidão, Jesus se comoveu até as entranhas, porque “andava como ovelhas sem pastor”, com fome, oprimida pelos impostos, desconcertada diante do presente e com medo difuso diante do futuro ameaçador e inseguro. E Ele começou a ensinar-lhes longamente, muitas coisas, de tal maneira que as horas foram passando sem se darem conta.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Eles não temeram

Após convocar os discípulos para a missão (Mt 10,1ss), Jesus proclama um discurso missionário, animando e exortando-os: falem abertamente e sem medo. Esta é palavra chave da Boa Notícia.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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Compromisso

Não Te quero amar
Como amo a quase tudo que gosto,
Um amor lento…
Como o tempo a passar.
Amar imperceptível
Como a vida escoando.

— Cléria d'Almeida Córdova

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Laudato Si’: seis anos

É urgente uma conversão ecológica que seja capaz de construir uma nova cultura, pautada na vida integral dos seres humanos e do meio ambiente. Para isso, o princípio do bem comum e da solidariedade torna-se o horizonte de construção de uma nova civilização.

Mística do século XXI #25

— Luiz Fernando K. Merico

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Indígenas

Como cristãos devemos resgatar a imagem de Deus a partir de Jesus de Nazaré, de suas práticas de acolhimento e respeito; revelando que Deus é amor e que seu projeto é de defesa e promoção da dignidade e da vida nas situações bem concretas das pessoas.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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Distanciamentos que matam

O evangelista Marcos, neste domingo, nos situa diante de duas mulheres, ambas no limite da vida: a hemorroíssa leva doze anos enferma (o tempo de maturação de uma mulher), e a adolescente que está no desabrochar da vida (doze anos é a entrada na vida adulta, conforme a visão desse tempo). São suas feridas que as conduzem para o interior do amor de Deus. Por essa abertura, elas se sentem aceitas e amadas.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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