Tag: literatura

O solitário adeus a uma paraense, que vivia da (e para) literatura

Olga era detalhista, não deixava passar nada. Por isso foi considerada uma tradutora de primeira linha. A coluna “A Mona Lisa de Copacabana”, cujos parágrafos, no estilo da coluna, eram numerados, deve ser entendida no contexto de sua época, sete anos atrás, mas tão atual, como se houvesse sido escrita hoje.

Diário de um desespero – ou quase - LVII

— João Carlos Pereira

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A ambulância corta a noite e eu espero Van Gogh

Não sei por qual razão, mas acho que a morte, traiçoeira, cadela cada dia mais faminta, de que falava Mário Faustino, prefere agir nas sombras. Ela e a bruxa cega, sua parceira mesquinha, que toca qualquer um indiscriminadamente, apenas para transmitir a miséria de sua colega esquelética, estão com a corda toda.

Diário de um desespero – ou quase - XLVIII

— João Carlos Pereira

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As três mulheres do quarto de Mario Quintana

Eram três mulheres lindas, com a beleza realçada pelo preto & branco nítido, como igualmente nítida devia ser a saudade do poeta ou a paixão que sentia por elas: Cecília Meireles, Bruna Lombardi e Greta Garbo. Não eram as três mulheres do sabonete Araxá, para a quais Manoel Bandeira compôs uma balada. Eram as três mais belas canções que Quintana jamais escreveu.

Diário de um desespero – ou quase - XLVII

— João Carlos Pereira

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