Viver na verdade do Espírito de Jesus
Jesus está se despedindo de seus discípulos; Ele os vê tristes e abatidos, pois, logo não o terão presente entre eles.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Jesus está se despedindo de seus discípulos; Ele os vê tristes e abatidos, pois, logo não o terão presente entre eles.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A leitura de hoje é Jo 14,7-14. Faz parte do relato sobre a última ceia de Jesus com os seus discípulos. Jesus está ciente de sua paixão, morte e ressurreição; e, por isso, faz um discurso de despedida e de revelação de sua identidade com o Pai
— Simone Furquim Guimarães
A conversação de Jesus com os discípulos no evangelho deste domingo faz parte do chamado “discurso de despedida”, antes de sua morte. Quando ela acontece, o clima entre os discípulos era de máxima tensão e de espera incerta do desenlace.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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A leitura de hoje é Jo 6,60-69. Jesus estava na sinagoga com seus discípulos. Havia feito um discurso sobre o significado da multiplicação dos pães e sobre o sentido do Pão da Vida
— Simone Furquim Guimarães
Em meio às mudanças e às transformações de nosso tempo, somos chamados, como seguidores, seguidoras, do Bom Pastor, a ser pessoas de interioridade. E interioridade é um caminho sempre inacabado.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Estamos na segunda semana litúrgica da Páscoa. A leitura hoje é Jo 6, 16-21. A igreja segue as riquíssimas reflexões elaboradas pelos primeiros cristãos sobre o sentido da Páscoa. E quem mais nos ajuda a entender este sentido é o Evangelho de João, sobretudo no capítulo 6.
— Simone Furquim Guimarães
Jesus ressuscitado não criou algumas estruturas nas quais a nova comunidade pudesse se mover e se organizar. Ele despertou um dinamismo interno capaz de mobilizar a nova comunidade dos seus seguidores.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Em Jesus ocorre algo totalmente novo. Sua ressurreição traz uma nova maneira de viver que não cabe em nossos esquemas, que não se encaixa em nossos hábitos, sempre limitados e estreitos.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Na vida e missão de Jesus encontramos duas paixões: a primeira, é a paixão pela vida, pelo Reino, pelo compromisso em favor dos mais pobres e excluídos. Esta paixão é expressão de uma opção, assumida fielmente por Jesus até o fim.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Esta foi a prática de Jesus que mais causou espanto e escândalo: a partilha nas mesas com pobres e pecadores. Literalmente, Jesus foi aquele que “virou mesas” de muitas pessoas e fundou uma outra mesa: mesa da partilha, da festa, mesa da fraternidade onde todos se sentem iguais... Mesa da vida.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ