Apóstola dos Apóstolos
Maria Madalena deve anunciar à comunidade que Jesus “sobe” à glória do Pai. Ele é “Senhor”
— Simone Furquim Guimarães
Maria Madalena deve anunciar à comunidade que Jesus “sobe” à glória do Pai. Ele é “Senhor”
— Simone Furquim Guimarães
Com a afirmação “eu sou o pão vivo que desceu do céu”, Jesus manifesta o sentido de sua Encarnação. Ele não usa como sinal o legado poderoso, os atributos régios, os resplendores, as armas, os tronos, as vestes nobres: usa como sinal o pão, ou seja, vida que se desfaz em favor dos outros. Vida expansiva para que outros vivam.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Com a festa da Santíssima Trindade chegamos ao cume do tempo litúrgico pascal. A revelação nos diz que nosso Deus não é solidão, mas comunhão de Pessoas: Pai-Filho-Espírito Santo.
A Trindade não é um problema numérico (três em um), mas um mistério de amor, de salvação e de vida.
Deus-Trindade é, portanto, a relacionalidade por excelência; total relacionalidade de cada uma das pessoas divinas com respeito às outras, de tal forma que se implicam e incluem reciprocamente sempre e em cada momento, sem que uma seja a outra.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A leitura do Evangelho hoje é Jo 21,20-25. João encerra seu Evangelho ressaltando os valores do discipulado de Jesus: seguir e testemunhar Jesus e permanecer fiel ao seu projeto de vida.
— Simone Furquim Guimarães
O Espírito do Ressuscitado é o gerador de novos equilíbrios, rompedor de todos os medos; por isso, Ele se revela sempre desconcertante, surpreendente, interpelante. Mas é assim que o Espírito Santo nos abre a uma nova sabedoria, a um novo entendimento, a uma nova gestualidade, a uma nova vida.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A leitura de hoje é Jo 15,1-8. Jesus se apresenta como a “videira verdadeira”.
— Simone Furquim Guimarães
Jesus está se despedindo de seus discípulos; Ele os vê tristes e abatidos, pois, logo não o terão presente entre eles.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A leitura de hoje é Jo 14,7-14. Faz parte do relato sobre a última ceia de Jesus com os seus discípulos. Jesus está ciente de sua paixão, morte e ressurreição; e, por isso, faz um discurso de despedida e de revelação de sua identidade com o Pai
— Simone Furquim Guimarães
A conversação de Jesus com os discípulos no evangelho deste domingo faz parte do chamado “discurso de despedida”, antes de sua morte. Quando ela acontece, o clima entre os discípulos era de máxima tensão e de espera incerta do desenlace.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
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A leitura de hoje é Jo 6,60-69. Jesus estava na sinagoga com seus discípulos. Havia feito um discurso sobre o significado da multiplicação dos pães e sobre o sentido do Pão da Vida
— Simone Furquim Guimarães