Tag: Evangelho de Mateus

Não tenhais medo

Devemos temer e cuidar para não sermos covardes, incoerentes e infiéis ao projeto de Deus, senão seremos protagonistas da destruição da humanidade, seremos fadados a sofrer o “inferno” da história humana.

— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)

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O ser humano está “faminto de raízes”

Na “parábola do semeador”, Jesus compara nosso interior com um campo dotado de diferentes “espécies” de terra, mas habitado por uma semente de vida. A semente é poderosa e eficaz. Mas estão em jogo nossa acolhida e nossa receptividade: podemos permanecer no nível da superfície; podemos nos deixar prender por outros interesses ou prioridades sensíveis; ou podemos nos abrir às dimensões mais profundas de nós mesmos, à nossa “terra boa”, ao nosso “bom lugar”.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Vinho novo

Jesus critica esse rigorismo e imposição da Lei. Ele vai dizer que é como odres velhos, pois são fechados em suas tradições antigas e engessadas. Enquanto eles estiverem com suas concepções antigas sobre a Lei de Deus (formalismos rituais e doutrinários) não poderão se renovar; são incompatíveis com a Boa Nova, a novidade mostrada por Jesus (vinho novo).

— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)

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Um coração sem distância

Inútil discutir e dar voltas: o distanciamento social veio e começou a fazer parte do nosso ritmo cotidiano; não nos resta outro remédio a não ser tomar medidas para aprender a manejá-lo e a incorporá-lo em nossa vida da maneira menos danosa possível.

O evangelho deste domingo pode nos oferecer uma inspiração neste momento dramático que vivemos.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Curas e inclusões

Ao curar o servo do centurião romano e congregar o centurião no plano de salvação, Jesus ensina os judeus, cristãos, gentios e todos nós que o Reino de Deus é para todos. Todos que creem estarão sentados à mesa no Reino dos Céus, com Abraão, Isaac e Jacó.

— Simone Furquim Guimarães (Cebi-DF)

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Pedro e Paulo: duas referências inspiradoras no seguimento de Jesus

Estes dois grandes personagens (Simão e Saulo) passaram por uma profunda transformação, a partir do encontro com a pessoa de Jesus Cristo; foi um processo lento, sendo lapidados pela graça de Deus até redescobrirem uma nova identidade escondida debaixo das cinzas do auto-centramento e da prepotência; identidade que agora se expressa em novos nomes: Pedro e Paulo.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Ascensão: proximidade radical

O Mistério Pascal é uma realidade única: nem a ressurreição, nem a ascensão, nem o sentar-se à direita do Pai, nem a glorificação, nem a vinda do Espírito, são fatos separados.
As diferentes “expressões” do Mistério Pascal, pertencem ao hoje como ao ontem, são tão nossas como foram para Pedro, João ou Madalena.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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“Em tua casa vou celebrar a ceia pascal…”

Chama-nos a atenção, no Evangelho proposto para hoje, a maneira como Jesus indicou aos discípulos o local onde queria que a Ceia fosse celebrada. Jesus mandou-os seguir um homem que encontrariam à entrada da cidade. Junto a personagens conhecidos nos Evangelhos, outros, sem rosto, nem identidade, nem protagonismo, surgem inesperadamente, deixando sua “marca”, como o desconhecido homem que emprestou sua casa para que Jesus e seus discípulos pudessem celebrar a Páscoa.

[Meditação para a quarta-feira da Semana Santa]

Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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