O grito das viúvas

Na tradição bíblica, viúvas, pessoas órfãs e estrangeiras eram o símbolo de pobreza, do desamparo e da marginalização. Estavam entregues à própria sorte. A pobre viúva, longe de resignar-se, clama por justiça; ela não tem outra coisa a não ser sua voz para gritar e reivindicar seus direitos.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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Arte e Espiritualidade

Experiência artística e experiência religiosa estão intimamente ligadas. A artística nasce da necessidade de se expressar. E para satisfazer essa necessidade nem se pensa em perguntar se aquilo que se faz é bom, porque ela atende ao chamado da vocação...

— Lígia de Medeiros

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A lógica do Reino

A leitura do Evangelho de hoje é Lc 16,9-15. É uma conclusão crítica que Jesus faz sobre o administrador desonesto da parábola do texto anterior (Lc 16,1-8), que furtou o dinheiro do patrão para garantir seu futuro. Também é uma provocação para refletirmos como lidamos com o dinheiro.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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Baía de Todos os Santos

A terra envolve o mar num abraço,
Ou será o mar a entregar-se neste doce enlevo?
Emocionado encontro explodindo em beleza a alegria!
Baía de Todos os Santos,
Olhá-la, admirá-la traz certa paz…
Vem de lá do mar, ou do fundo do olhar?

— Cléria d'Almeida Córdova

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Fazer memória dos mortos é abrir-nos à surpresa do “Deus dos vivos”

Fazer memória dos entes queridos que já fizeram a travessia para a plenitude, nos situa diante desta realidade: todos morremos sozinhos, mas morremos, ao mesmo tempo, para todos e com todos, na grande corrente de Vida da qual todos procedemos, na qual todos pós-vivemos; ou seja, retornamos ao coração d’Aquele a quem Jesus chamou Deus dos Vivos, não de mortos.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Qual liberdade?

No tempo das redes sociais, frequentemente dialogamos apenas com quem pensar igual a nós. Entretanto, é importante confrontar-se também com quem discordar de nós. Quando possível, agregar contribuições plurais ajuda a construir sínteses que facilitam o convívio social.

— Luciano Fazio

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Comensalidade e solidariedade

No Reino de Deus busca-se servir, partilhar, comer juntos e comungar a vida. Isto é estar em pé de igualdade, é serem irmãos na partilha. A partilha da comida é muito significativa na caminhada de ensino para Jesus, pois significa a comensalidade.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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