Categoria: Palavra de Deus

Negritude

Refletir sobre o tema da negritude a partir da teologia bíblica é necessário e urgente. Devemos falar massivamente sobre esse tema até desnaturalizar a ideia de que o povo negro, o povo africano, o continente africano foram e são amaldiçoados.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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O grito das viúvas

Na tradição bíblica, viúvas, pessoas órfãs e estrangeiras eram o símbolo de pobreza, do desamparo e da marginalização. Estavam entregues à própria sorte. A pobre viúva, longe de resignar-se, clama por justiça; ela não tem outra coisa a não ser sua voz para gritar e reivindicar seus direitos.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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A lógica do Reino

A leitura do Evangelho de hoje é Lc 16,9-15. É uma conclusão crítica que Jesus faz sobre o administrador desonesto da parábola do texto anterior (Lc 16,1-8), que furtou o dinheiro do patrão para garantir seu futuro. Também é uma provocação para refletirmos como lidamos com o dinheiro.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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Fazer memória dos mortos é abrir-nos à surpresa do “Deus dos vivos”

Fazer memória dos entes queridos que já fizeram a travessia para a plenitude, nos situa diante desta realidade: todos morremos sozinhos, mas morremos, ao mesmo tempo, para todos e com todos, na grande corrente de Vida da qual todos procedemos, na qual todos pós-vivemos; ou seja, retornamos ao coração d’Aquele a quem Jesus chamou Deus dos Vivos, não de mortos.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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Comensalidade e solidariedade

No Reino de Deus busca-se servir, partilhar, comer juntos e comungar a vida. Isto é estar em pé de igualdade, é serem irmãos na partilha. A partilha da comida é muito significativa na caminhada de ensino para Jesus, pois significa a comensalidade.

— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)

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O salto para o encontro

A imagem do cego à beira do caminho se revela como instigante e provocativa: muitas vezes, nossa vivência do seguimento de Jesus pode cair no marasmo, sonolência, estagnação, medo, repetição, inércia e fixismo. Mas ela pode ser conduzida também com sabedoria e imaginação; há um momento em que é preciso “dar o salto”: isso requer coragem, ousadia, agilidade e mobilidade para ir adiante na longa jornada que a vida nos apresenta.

— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ

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