Maria

Paulo VI

Maria é Mãe da Igreja não apenas por ser Mãe de Jesus Cristo e Sua muito íntima colaboradora na «nova economia, quando o Filho de Deus assume d’Ela a natureza humana, para libertar o homem do pecado» mediante os mistérios da Sua carne (LG. 55), mas também porque «refulge em toda a comunidade dos eleitos como modelo de virtude» (cf LG. 65 também o n. 63).

Como, na verdade, cada mãe humana não pode limitar a sua missão à geração de um novo homem mas deve alargá-la à nutrição e à educação, assim se comporta também a bem-aventurada Virgem Maria. Depois de ter participado no sacrifício redentor do Filho, e de maneira tão íntima que lhe fez merecer ser por Ele proclamada Mãe não só do discípulo João, mas — seja consentido afirmá-lo— do gênero humano, por aquele de algum modo representado, Ela continua agora no céu a cumprir a missão que teve na terra de cooperadora no nascimento e desenvolvimento da vida divina em cada alma dos homens remidos. Esta é uma consoladora verdade, que por ser livre beneplácito de Deus sapientíssimo faz parte integrante do mistério da salvação humana; por isso ela deve ser considerada como de fé por todos os cristãos.


Signum Magnum, exortação apostólica sobre o culto da Virgem Maria, Mãe da Igreja e modelo de todas as virtudes. 13 de maio de 1967.

Igreja

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