II — Jesus aparece a sua Mãe

Sua mãe guardava todos esses acontecimentos em seu coração

Lc 2,51
Palavra de Deus

Lucas 2,42-51

Quando ele completou doze anos de idade, eles subiram à festa, conforme o costume. Terminada a festa, voltando seus pais para casa, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que eles percebessem. Pensando que ele estava entre os companheiros de viagem, caminharam o dia todo. Então começaram a procurá-lo entre os seus parentes e conhecidos. Não o encontrando, voltaram a Jerusalém para procurá-lo. Depois de três dias o encontraram no templo, sentado entre os mestres, ouvindo-os e fazendo-lhes perguntas. Todos os que o ouviam ficavam maravilhados com o seu entendimento e com as suas respostas. Quando seus pais o viram, ficaram perplexos. Sua mãe lhe disse: “Filho, por que você nos fez isto? Seu pai e eu estávamos aflitos, à sua procura”. Ele perguntou: “Por que vocês estavam me procurando? Não sabiam que eu devia estar na casa de meu Pai?” Mas eles não compreenderam o que lhes dizia. Então foi com eles para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, guardava todas essas coisas em seu coração.

Magistério

São João Paulo II

Presente no Calvário durante a Sexta-feira Santa e no Cenáculo, no Pentecostes, a Virgem Santíssima foi provavelmente testemunha privilegiada da ressurreição de Cristo, completando desse modo a sua participação em todos os momentos essenciais do Mistério pascal. Acolhendo Jesus ressuscitado, Maria é além disso sinal e antecipação da humanidade, que espera obter a sua plena realização mediante a ressurreição dentre os mortos. No tempo pascal a comunidade cristã, ao dirigir-se à Mãe do Senhor, convida- a a alegrar-se: “Rainha do céu, alegra-te. Aleluia!”. Recorda assim a alegria de Maria pela ressurreição de Jesus, prolongando no tempo o “alegra-te” que lhe fora dirigido pelo Anjo na anunciação, para que se tornasse “causa de júbilo” para a humanidade inteira.

Maria e a ressurreição de Cristo. Audiência geral de 21 de maio de 1997.

Preces

— Rezemos pelas futuras mães, pelas mulheres grávidas que se tornarão mães e estão inquietas, preocupadas. E perguntam-se: “Em que mundo viverá o meu filho?”. Oremos por elas, a fim de que o Senhor lhes dê a coragem de criar estas crianças com a confiança de que será um mundo certamente diferente, mas será sempre um mundo que o Senhor amará muito.

— Rezemos pelos anciãos que sofrem neste momento de modo particular, com uma solidão interior muito grande e por vezes com tanto medo. Peçamos ao Senhor que esteja próximo dos nossos avôs e avós, de todos os anciãos, e que lhes dê força. Eles transmitiram-nos a sabedoria, a vida, a história. Também nós nos façamos próximos deles com a oração.

SENHOR, te pedimos a graça de
sentir intensa alegria pela ressurreição de Jesus.
E que, pela graça do Espírito Santo,
sejamos semeadores de esperança,
consoladores e defensores de nossos irmãos e irmãs.

Pai Nosso que estais nos céus…

Ave Maria, cheia de graça…

— Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. 
Como era, no princípio, agora e sempre. 
Amém.

Canção

Rainha do céu, alegra-te, aleluia;
o Deus que em ti hás trazido, aleluia;
ressuscitou, como disse, aleluia.

Roga a Deus por nós.
Aleluia, aleluia.

Rainha do Céu. Tradução: D. Marcos Barbosa, OSB; Música: Pe. José Weber, SVD
[ouça no Youtube]


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Introdução | Créditos

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