Partidas e chegadas
Não importa quem faz que gol. Importa que o placar seja cheio de gols diversos e convergentes para um futuro promissor.
— Maria Clara Bingemer
Não importa quem faz que gol. Importa que o placar seja cheio de gols diversos e convergentes para um futuro promissor.
— Maria Clara Bingemer
Os evangelhos nos revelam que Jesus, em muitas ocasiões, se afastava de seus discípulos, do povo, dos espaços habituais, das atividades missionárias... para orar, sem deixar-se prender pelas necessidades urgentes, pelas expectativas de seus amigos e pelas ameaças de seus inimigos.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
No seu caminho em direção a Jerusalém, o evangelho deste domingo nos revela que Jesus é recebido por duas irmãs, numa casa de família.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O cristão é um pobre que ama e cuida de outros pobres, um ferido que se faz presente junto a outros feridos. Há um ponto de partida comum: a experiência da pobreza radical de todos que se encontram.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O evangelho indicado para a festa de S. Pedro e S. Paulo nos situa diante de uma pergunta provocativa de Jesus: “e vós quem dizeis que eu sou”. Tal pergunta, dirigida aos discípulos e a cada um de nós, não só ajuda a des-velar (tirar o véu) a verdadeira identidade de Jesus como também nossa identidade original.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Jesus é muito claro quando se refere à radicalidade no seu seguimento.
“Ninguém pode ser meu discípulo se antes não renunciar a tudo o que possui!” (Lc.14,33).
Trata-se de uma atitude, uma postura, uma entrega.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Depois do percurso quaresmal e pascal, a liturgia nos situa novamente no chamado “Tempo Comum”; trata-se de um percurso contemplativo que nos convoca a fazer caminho com Jesus, realizando sua missão e preparando a comunidade dos seus seguidores. Tendo os olhos fixos n’Ele, viveremos uma longa aprendizagem, deixando que o Mestre da Galileia faça emergir o que é mais nobre e humano de nosso interior. Tempo de seguimento e identificação com Aquele que foi “humano” na sua radicalidade.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Celebramos o “Corpus Christi”, uma das festas mais ricas por seu conteúdo e simbolismo, mas que nos faz pensar também no “Corpo de Cristo” no meio de tantos outros corpos.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Leia mais Corpus Christi: é mais cômodo adorar a Jesus que segui-lo
Estamos na segunda semana litúrgica da Páscoa. As leituras que vimos e ouvimos esta semana são para confirmar o poder do Ressuscitado. Ele é nos apresentado pelas primeiras comunidades cristãs, sobretudo, aqui, pela comunidade joanina. O Evangelho de João é muito utilizado na liturgia desse período, pois nos apresenta este Jesus pascal. Os primeiros cristãos entenderam realmente quem foi e quem é Jesus somente após a Páscoa.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/Planalto Central)
Ouvir as pessoas, dar espaço para que o amor e a delicadeza de Jesus se façam presentes entre nós e em nós, curando-nos da nossa mudez, das nossas cegueiras, da nossa surdez e das nossas paralisias. Caminhemos com todos os nossos sentidos abertos! Assim, teremos Deus encarnado caminhando conosco...
— Joana Eleuthério