Jesus terapeuta, reconstrói as relações fraternas
O evangelista Marcos destaca que, em Jesus, a “comoção das entranhas” é o núcleo de sua ação curativa.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O evangelista Marcos destaca que, em Jesus, a “comoção das entranhas” é o núcleo de sua ação curativa.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Para Jesus, ser “humano” é ser casa aberta e acolhedora.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Cresce o número dos profissionais da religião e até da Palavra de Deus, mas são raros aqueles que, com suas vidas, sejam os melhores “exegetas” da Bíblia.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
O evangelista Marcos quer desligar a pregação de Jesus de toda conotação oficial: longe das autoridades religiosas, longe do templo e de tudo o que isso implicava. Galileia era região fronteiriça, terra da exclusão e da violência, habitada pelos mais pobres e sofredores.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Desejo, anseio, expectativa... Isso é o que nos invade quando sentimos que se aproxima algo/alguém que esperamos profundamente. Pois isso é o Advento. Tempo para os grandes sonhos.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Para viver com intensidade o tempo do Advento, é preciso seguir o Espírito, deixando-se surpreender pelos novos rumos que Ele aponta...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A leitura do Evangelho hoje é Mc 12,38-44. O texto aponta para o gesto da viúva que oferta no cofre do Templo duas moedinhas que não valiam quase nada e era tudo aquilo que ela possuía para viver (cf. vv.42 e 44).
— Simone Furquim Guimarães
O Evangelho de hoje (Mc 11,27-33) revela o quanto Jesus incomodou as autoridades religiosas do seu tempo, ao ir na contramão de suas doutrinas e práticas.
— Simone Furquim Guimarães
Muitas mulheres e homens, em sua missão, anunciam esse Jesus libertador, mesmo que enfrentando incompreensões e julgamentos sumários por algumas igrejas que impedem ainda a voz e a vez dessas pessoas.
— Simone Furqum Guimarães
O Sábado Santo reivindica uma reflexão e um lugar na nossa vida espiritual. O Sábado Santo é um dia de penumbra: entre a sombra da Sexta-feira e a luz do Domingo. É o dia da ambiguidade, do luto e da possível boa notícia, da espera e da esperança.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ