Quando o Espírito nos arrasta…
Quaresma sempre indica um tempo especial, de crise-crescimento; hoje diríamos, de discernimento. E o que devemos discernir? Qual é o crescimento-maturação que o tempo quaresmal nos propõe?
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Quaresma sempre indica um tempo especial, de crise-crescimento; hoje diríamos, de discernimento. E o que devemos discernir? Qual é o crescimento-maturação que o tempo quaresmal nos propõe?
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Quaresma: tempo litúrgico de reconstrução de cada um de nós e da comunidade; tempo que nos motiva a colocar em questão a razão de ser da vida – para que vivemos? sobre quê está fundamentada a nossa vida? para onde caminhamos?...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Leia mais Somos “cinzas”, mas capazes de interioridade e diálogo
A Epifania nos destrava e nos coloca a caminho, seguindo as pegadas dos Magos, fazendo opções, usando desvios, lançando-nos pessoalmente a ações concretas..., movidos pela experiência de encontro com a Vida, no despojamento de uma Gruta.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Que neste período do Advento seja tempo propício (tempo kairós, tempo de Deus) para atendermos o chamado de Jesus e seguir o seu caminho!
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
Nos dois primeiros capítulos de Mateus, temos a Boa Notícia de que os povos negros fizeram parte da formação de Jesus e participaram de seu nascimento e de sua infância.
— Simone Furqum Guimarães (Cebi/DF)
Toda a cena do juízo final se concentra em um diálogo longo entre o juiz, o “Filho do Homem”, e dois grupos de pessoas: aqueles que aliviaram o sofrimento dos mais necessitados e aquele que, insensíveis, negaram-lhes ajuda.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
A parábola dos talentos é muito mais um protesto contra uma estrutura social e religiosa centrada na cultura do prêmio/castigo, inclusão/exclusão, competente/incompetente...
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Nós somos, ao mesmo tempo, a lâmpada, o azeite e a luz. Ninguém pode nos emprestá-los, porque é nossa própria vida. Toda vida se move a partir de dentro.
Dentro de nós devemos descobrir a luz que iluminará nossos passos; essa chama, se é autêntica, não pode se ocultar, pois iluminará também a todos os outros. Uma luz que acende outras luzes.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Como toda parábola, também o evangelho deste domingo é profundamente provocador, pois nos introduz em um mundo de contradição, nos confunde e nos faz clamar por um pagamento mais equitativo, mais “justo”. A maneira de proceder do proprietário da vinha transtorna os esquemas razoáveis do sistema econômica no qual nos movemos, centrado na competição e na produção. Contexto que acaba alimentando a comparação e fazendo emergir a inveja doentia que dá um sabor amargo às relações pessoais.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ
Hoje, o tema principal é o do perdão. Mateus recolhe as instruções de Jesus sobre a maneira como os irmãos devem proceder dentro da comunidade cristã. Sem o perdão mútuo torna-se impossível qualquer tipo de comunidade. O perdão é a mais alta manifestação do amor; o perdão é superlativo do amor. Reinhold Niebuh descreveu o perdão como a “forma final do amor”.
— Pe. Adroaldo Palaoro, SJ